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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ilhas Solares



Ilhas solares prometem energia solar a preços competitivos
Fonte: Inovação Tecnológica - 31.08.2009

Mundo - Enquanto as células solares orgânicas não se tornam mais duráveis e mais eficientes e as células solares de silício não se tornam mais baratas, a técnica mais atrativa para o aproveitamento da energia solar parece ser a exploração termossolar.

As usinas termossolares usam o calor do Sol para aquecer água, que se transforma em vapor e movimentam as turbinas que geram a eletricidade por meio de dínamos comuns. Esta é a tecnologia das maiores usinas solares em operação, assim como deverá ser em uma megausina solar que está sendo projetada para o deserto do Saara.

Ilhas solares

A empresa suíça Solar Islands acredita ter encontrado uma forma de otimizar ainda mais o rendimento das usinas termossolares: construindo ilhas solares rotativas, que giram para acompanhar o movimento do Sol e aproveitar ao máximo seu potencial energético.

Cada ilha solar terá um diâmetro de 5 quilômetros, uma altura de 20 metros e será construída com uma espécie de "membrana" plástica flexível, resistente ao calor e demais intempéries. Em cima da membrana serão instalados os coletores e concentradores de luz, assim como os encanamentos no interior dos quais a água será aquecida.

Um sistema de bombas elétricas forçará uma pressão constante de 0,1 bar acima da pressão atmosférica no interior da ilha solar, fazendo com que a membrana plástica se infle, levantando todo o aparato de coleta do calor solar. O espaço interno dessa ilha inflável vira um gigantesco tanque de armazenamento de vapor, para onde os encanamentos se dirigem.

Ilha rotativa

Ao contrário da hidroelétrica marinha, que explora a energia das ondas e conduz a pressão captada através de encanamentos até uma usina localizada em terra, a usina solar tem o gerador em seu interior, uma turbina de ciclo Rankine Orgânico (ORC).

Para ajustar a posição da ilha solar em relação ao Sol, motores elétricos hidrodinâmicos serão instalados a cada 10 metros ao redor de sua circunferência. Segundo a empresa, a rotação permite um ganho de 15% de eficiência na coleta de energia.

Ilha de energia no deserto

O primeiro protótipo da ilha solar curiosamente não está sendo construído no mar, mas em terra firme. Mais especificamente, nas areias do deserto dos Emirados Árabes. Segundo seus idealizadores, isto comprova a grande versatilidade do conceito, que tanto pode ser uma ilha na costa, em alto mar, como uma estrutura em terra firme, sempre funcionando com o mesmo princípio.

O protótipo no deserto, que será capaz de gerar 3.000 kWh por dia, possui um canal de água ao longo de toda a circunferência, permitindo que a estrutura gire como se estivesse no mar.

Os painéis de coleta do calor solar ocupam 95% da área superficial da ilha e o armazenamento do vapor em seu interior permite que a usina gere energia praticamente de forma constante - depois do pôr-do-sol, a usina pode continuar funcionando utilizando o vapor armazenado durante o dia.

Outra vantagem do projeto é a possibilidade de incorporar plantas de dessalinização na ilha solar, coletando a água do mar e utilizando a evaporação passiva.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Experimentos GREATS




No último dia 18 de agosto, foram realizados no Campus Itaperuna do IF-Fluminense os primeiros experimentos do GREATS (Grupo de Energia Alternativa e Tecnologia Social). Foram testados três modelos de Fogões Solares. “Os Fogões Solares utilizam a energia solar e esse calor pode ser usado para cocção (cozimento) de alimentos, pasteurização da água ou esterilização de objetos”, comenta o coordenador do GREATS Professor Adriano Henrique Ferrarez. Outros testes mais criteriosos serão realizados a partir de agora como a determinação da potência dos Fogões Solares, temperatura em função do tempo de exposição, poder de purificação de água e esterilização de objetos, tempo para o cozimento de alimentos, etc. Para Jonathan Furtado, estudante do Curso Técnico em Eletrotécnica e bolsista trabalho do IF-Fluminense “ é interessante construir dispositivos a partir de materiais simples como papelão e papel alumínio com uma importante aplicação como os Fogões Solares”. Outros projetos em andamento no GREATS são o Aquecedor Solar (utilizando materiais de fácil obtenção e baixo custo), Biogás e 3R (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Empregos Verdes nas Universidades


Sustentabilidade e recrutamento
Fonte: Guardian - 11.08.2009

Reino Unido - Quando Mark Warner começou em um novo emprego na Universidade Metropolitana de Leeds, na Inglaterra, ele enfrentou um dilema em relação a suas idas para o trabalho. "Ofereceram-me uma vaga no estacionamento, mas eu recusei porque se eu aceitasse perderia credibilidade", disse ele, que é oficial de sustentabilidade da universidade. Primeiramente, ele começou indo de ônibus, mas isso também não soava muito bem para os outros funcionários. "Eu era frequentemente questionado como podia apoiar os percursos de bicicleta se eu mesmo não fazia isto". Então Warner comprou uma bicicleta e é assim que vai para o trabalho, incentivando os alunos e os outros funcionários a fazerem isto também. Essas decisões em relação à pegada de carbono têm sido comuns em centenas de locais de trabalho, mas talvez sejam mais cobradas nas universidades. Um crescente exército de especialistas ambientais como Warner está sendo recrutado em universidades em uma tentativa de se tornarem "verdes".

As preocupações ambientais e com a sustentabilidade estão progressivamente chegando ao foco legislativo do governo, e a mensagem é ainda mais forte no campus. O Conselho de Financiamento para Educação Superior na Inglaterra (Hefce, na sigla em inglês) disse às universidades, no mês passado, que as universidades deveriam dar o exemplo e reduzir sua pegada de carbono mais rapidamente em relação às metas oficiais do governo. O conselho sugeriu que as universidades reduzissem pela metade suas emissões até 2020, em relação aos níveis de 1990, e em 100% até 2050. No campus, isto significa uma crescente necessidade de contratação de especialistas em técnicas, custos e benefícios de iniciativas verdes. O circuito de recrutamento da universidade está fervilhando com nomeações verdes.

Neste mês, a Universidade Aberystwyth nomeou um novo gestor de energia para assegurar que a eletricidade, o gás e água sejam utilizados mais eficientemente. O contratado, David Oldham, se considera um "zelador da energia" que curte a abrangência de seu papel, com um misto de trabalho promocional para incentivar coisas como reciclagem e tarefas práticas: um dos primeiros serviços foi organizar um equipamento de iluminação no valor de 200 mil libras que desliga as luzes nas áreas sem fluxo de pessoas. Ele diz que trabalhando como gestor de energia tem um serviço diferente a cada dia. "Têm aspectos práticos, como instalação de boilers mais eficientes e formas alternativas de energia, como biomassa, mas também tem o trabalho de conscientização entre os funcionários e os alunos".

Navio Verde Economiza em Ar-Condicionado


Ar-condicionado verde no mar
Fonte: O Globo

Inglaterra - O Equinox é um navio verde. E não só por causa do inacreditável gramado que cobre uma área de mais de 2.000 m² no deque superior e pode ser usado para piqueniques e jogos como bocha. Para sua implementação, uma empresa de telhados verdes — medida ecologicamente correta que anda na moda — foi consultada e indicou o uso de um solo especial à base de argila e compostos vulcânicos, com no máximo 7 cm de espessura.

“O gramado ainda reduziu a temperatura no interior do navio e o uso de ar condicionado”, conta Jamie Sweeting, vice-presidente de gerenciamento ambiental da companhia.

Mais medidas pró-meio ambiente? Com um sistema hidrodinâmico eficiente, o Equinox alcança a mesma velocidade de navios menores gastando menos combustível. Seu casco é revestido com uma camada de silicone, que facilita o deslizamento. Além disso, tem 295 painéis de captação de energia solar, usada no funcionamento de sete mil lâmpadas de LED.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Sol + CO2 = Combustivel Limpo





Tecnologia usa luz do Sol para transformar CO2 em combustível
Empresa Joule quer independência energética para o mundo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.

Por Stella Dauer/ Geek

A produção em excesso do gás carbônico pode deixar de ser uma preocupação em poucos anos se o projeto da empresa Joule der certo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.
O SolarConverter pratica a denominada “heliocultura”, processo que envolve microorganismos fotossintéticos fixados em uma placa que, ao absorver o CO2 do ar e captar a luz solar, secreta uma substância idêntica ao etanol, noticiou o blog GreenBeat do site VentureBeat.
Se tudo correr nos conformes, a empresa espera começar a fabricar em escala industrial os painéis SolarConverter no início de 2010. Além disso, de acordo com o site The New York Times a empresa também pretende produzir, já em 2011, mais de 75 mil litros de combustível por acre anualmente.
Para estabelecer suas produtoras de combustível, a Joule está procurando por locais ensolarados e próximos a organizações que emitam grandes volumes de gás carbônico, como usinas termelétricas e estufas de cimento. Atualmente, locais ideais para isso seriam o Texas, Arizona, Nevada e Novo México, todos nos Estados Unidos.
A heliocultura pode representar um importante marco na história da humanidade, pois não só reduziria os níveis de gás carbônico da atmosfera como resolveria os problemas de uma possível futura crise de escassez do petróleo.
“Nossa crença é a de que esta seja a primeira tecnologia do mundo que ofereça uma solução real para alcançarmos a independência energética” afirmou Bill Sims, CEO e presidente da Joule, em nota publicada no blog Green Tech do site CNET .
Além disso sua produção é menos custosa, ocupa menos espaço e economiza água, uma vez que os microorganismos utilizados na fabricação do combustível são cultivados em água salgada ou descartada. Um barril desse líquido custaria US$50, menos do que um barril de gasolina, que está custando aproximadamente US$70.
“O verdadeiro objetivo que tínhamos quando construímos essa companhia era fazer um combustível renovável que pode ser escalonado em bilhões e bilhões de galões por um custo baixo” diz David Berry, co-fundador da Joule.

Mais Energia da Cana




Bagaço de cana pode virar gás e depois álcool



A transformação de caldo em etanol aproveita somente um terço do potencial energético da cana-de-açúcar. Os outros dois terços estão no bagaço e na palha. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está criando, com um grupo de empresas, um projeto para desenvolver uma técnica de gaseificação de biomassa, que permitiria transformar esse material que hoje não é utilizado em vários produtos, como gasolina, diesel, metanol, etanol e fertilizantes.
Fechamos um acordo com quatro grandes indústrias químicas do Brasil, definido o modelo de fomento e de propriedade industrial, disse João Fernandes Gomes de Oliveira, diretor-presidente do IPT. Distribuímos o memorando de entendimento, que deve ser assinado até o fim do mês. A planta-piloto de gaseificação será instalada em Piracicaba (SP), em parceria com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC).
O IPT tem 30 anos de pesquisa em gaseificação. É uma tecnologia que funciona muito bem na bancada (no laboratório), afirmou Oliveira. O desafio é fazê-la funcionar em escala comercial. O processo de gaseificação de carvão é usado comercialmente na África do Sul há muito tempo, desde a década de 1950. Lá, eles transformam o carvão mineral em gás para depois convertê-lo em diesel e gasolina. Por causa do apartheid (política de segregação racial), eles não podiam importar petróleo, explicou o pesquisador Ademar Hakuo Ushima, do IPT.
O centro de gaseificação de biomassa de Piracicaba deve ficar pronto no fim de 2010. A ideia é que a pesquisa dure três anos, com o objetivo de chegar ao término desse período com o domínio de uma técnica que tenha viabilidade comercial. O IPT está submetendo o projeto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), para levantar de R$ 50 milhões a R$ 60 milhões para a pesquisa. (AE)

Computadores e Economia de Energia


Brasil é segundo colocado no ranking de redução do consumo de energia da campanha da HP
Fonte: Revista Meio Filtrante - 03.08.2009
Brasil - A HP divulgou, no último dia 3 de agosto, que o Brasil teve a segunda maior adesão à campanha Power To Change, lançada globalmente em 3 de junho, com o objetivo de estimular usuários de computadores pessoais a realizarem uma mudança de atitude em relação à preservação ambiental.

Como parte do projeto, a HP disponibilizou um widget (programa) que monitora e informa ao usuário o nível de economia no consumo de energia acumulado associado ao desligamento dos computadores, sejam eles desktops ou notebooks.

O Brasil já conta com cerca de três mil usuários ativos do widget, que estão economizando em média 2,4 mil KW de energia por hora e deixam de emitir 1,4 mil quilos de CO2 na atmosfera por dia. Isso equivale à remoção de 97 carros nas ruas todos os meses. O Brasil está atrás apenas da China.

O site da campanha (www.hp.com/powertochange) está em português e a ferramenta, compatível com qualquer PC, pode ser baixada gratuitamente. "Power To Change é a manifestação de uma filosofia mantida há muito tempo pela HP, de que a liderança no setor está diretamente relacionada a uma contribuição contínua à sociedade", disse na ocasião do lançamento John Frey, executivo de sustentabilidade da Região Américas na HP.

Eficiência Energética na China


China diz que eficiência energética está crescendo
Fonte: The Age - 03.08.2009

China - A China reduziu seu consumo médio de energia em 3,53% no primeiro semestre de 2009 em relação ao ano passado, ajudada pelos gastos em massa em estímulo a projetos verdes. O gráfico revela uma comparação com um declínio de 2,89% no primeiro trimestre do ano, de acordo com a Comissão de Reforma e Desenvolvimento Nacional. No fim do ano passado, a China divulgou um pacote fiscal de 4 trilhões de iuans (moeda local) voltado à mitigação do impacto da crise global, sendo parte da verba aplicada no melhoramento da eficiência energética.

A China estabeleceu uma meta de redução do consumo médio de energia de 20% até 2010 em relação aos índices de 2006. Isto significa que precisa reduzir o consumo médio em 4% ao ano durante um período de cinco anos - uma meta que tem falhado até agora. Mesmo assim, a China pode se comprometer a aumentar sua eficiência energética em uma vasta margem nos anos pós-Kyoto, em vez de se comprometer com reduções em emissões de gases do efeito estufa. Como uma nação em desenvolvimento, a China, sob Kyoto, não aceitou reduzir suas emissões de gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global, levando a aumento no nível do mar e outras mudanças potencialmente desastrosas no clima. A China é um dos maiores emissores de gases do efeito estufa do mundo.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Tecnologia Brasileira em Célula Solar



Pesquisador desenvolve célula solar mais eficiente
Fonte: Portal Lumière - 21.07.2009

São Paulo - O pesquisador Sérgio Hiroshi Toma, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), construiu aglomerados de moléculas, átomo por átomo, demonstrando uma das principais técnicas da nanotecnologia, que é a chamada fabricação "de baixo para cima", em que as estruturas são fabricadas usando átomos ou moléculas individuais.

Esses aglomerados, que utilizam o metal rutênio, são chamados de clusters, ou aglomerados, e dão origem a materiais que utilizam a luz para gerar eletricidade com alta eficiência, podendo ainda mudar a cor dos vidros que envolvem.

Em sua pesquisa, Hiroshi desenvolveu uma célula fotoeletroquímica - um dispositivo que converte luz em eletricidade - com os aglomerados de rutênio. O diferencial em relação às outras células solares é a sua eficiência 80% maior: a cada 100 mil fótons (partículas de luz) que incidem sobre a placa, 80 mil elétrons são liberados.

Para construir a célula, o pesquisador forrou placas de vidro condutor de eletricidade com um filme microscópico de dióxido de titânio e borrifou nele as moléculas criadas no laboratório. Todas as vezes que a luz bate nas moléculas, elas liberam elétrons. A corrente elétrica formada serve para manter funcionando pequenos aparelhos eletrônicos domésticos.

As invenções do pesquisador renderam-lhe o prêmio de melhor tese na área de química, concedido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A Capes é um órgão do Ministério da Educação que avalia e incentiva mestrados e doutorados.

LED's Orgânicos na Iluminação


LEDs orgânicos superam eficiência das lâmpadas fluorescentes
Fonte: Menechine - 25.07.2009

Alemanha - Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Dresden, na Alemanha, fabricaram Leds orgânicos que superam por larga margem as lâmpadas fluorescentes na emissão de luz branca. O material ainda está em fase de laboratório e tem o potencial para atingir eficiências ainda maiores.

Leds orgânicos

Os Leds orgânicos - ou Oleds (Organic Light-Emitting Diodes) - são semicondutores feitos com películas finíssimas superpostas de materiais à base de carbono. Eles emitem luz de forma difusa ao longo de todo o material, o que significa que eles criam não um ponto emissor de luz, mas uma área totalmente iluminada.

Combinando o formato do Oled com a cor da luz emitida, os leds orgânicos deverão criar oportunidades totalmente novas de iluminação, como painéis, paredes ou tetos iluminados por igual e que poderão ser personalizados ao gosto de cada pessoa. Além disso, eles permitirão grande economia de energia porque são mais eficientes na conversão da eletricidade em luz.

Eficiência dos Leds orgânicos

Atualmente, as lâmpadas fluorescentes representam o padrão da indústria a ser batido pelas novas tecnologias. Considerando as perdas nos refletores, essas lâmpadas alcançam uma eficiência entre 50 e 70 lúmens por watt (lm/W).

Os novos Oleds superaram as melhores marcas das lâmpadas fluorescentes em pelo menos um terço, alcançando 90 lm/W no brilho padrão de 1.000 candelas por metro quadrado (cd/m2).

"A eficiência energética dos nossos Leds alcança 90 lm/W mesmo quando se utilizam somente técnicas de acoplamento planas - mas que são escaláveis. Com acoplamentos especiais 3D, atingimos até 124 lm/W," conta o coordenador da pesquisa, Dr. Sebastian Reineke.

"O potencial desses dispositivos é óbvio quando se considera que, mesmo com um brilho de 5.000 cd/m2, nós obtivemos uma eficiência energética de 74 lm/W, diz Karl Leo, outro membro da equipe.