Nossos Visitantes

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Empregos verdes


Fonte: Brasil em Dia - 05.11.2010
Brasil - Ao se encerrar o ciclo eleitoral brasileiro, chega a hora de viabilizar propostas e ideias, sobretudo em nível de preservação ambiental, que tiveram grande destaque no debate sucessório presidencial. As expectativas se voltam para a multiplicidade de carências coletivas. Um desafio parece sintetizar as esperanças nacionais. Trata-se da tarefa de encontrar meios inovadores de se enfrentar o desemprego. Por mais que se coloque prioridade à saúde, à segurança pública, à educação e a outros temas, a causa principal dos males sociais está na falta de emprego. O cidadão se amesquinha por sentir-se inútil e incapaz de prover a própria subsistência e a da sua família.

A propósito da oferta de novos empregos, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lidera mobilização mundial em torno da geração dos chamados “green jobs” (empregos verdes). A ideia junta o útil ao agradável. A medida cria empregos e contribui para a preservação do meio ambiente. A iniciativa enfrenta três dos principais desafios do início deste século XXI: o fenômeno das mudanças climáticas, o fantasma da crise econômica e o déficit de postos de trabalho. Para a OIT, o conceito de “empregos verdes” resume a transformação das economias, das empresas, dos ambientes de trabalho e dos mercados laborais em direção a uma economia sustentável que proporcione trabalho decente com baixo consumo de carbono.

A previsão é que os empregos verdes elevem mais de 1,3 bilhão de pessoas para uma situação acima da linha da pobreza e ofereçam funções dignas para 500 milhões de jovens que ingressarão no mercado de trabalho durante os próximos 10 anos em todo o mundo. Os empregos verdes contribuirão, ainda, para que 1,6 bilhão de habitantes dos bairros pobres nas megacidades globais tenham acesso a formas modernas de energia elétrica, moradias dignas e sistema de saneamento. Além disso, vão servir para reduzir o consumo de energia e matérias-primas, evitando dessa forma as emissões de gases de efeito estufa. Os empregos verdes vão diminuir, igualmente, a geração de resíduos e a contaminação ambiental, auxiliando a restabelecer os serviços do ecossistema (como a disponibilização de água pura) e a proteção da biodiversidade. Estes postos de trabalho estariam concentrados nas seguintes áreas: agricultura, indústria, construção civil, instalação e manutenção, atividades científicas, técnicas, administrativas e de serviços, que contribuem substancialmente para a preservação e a restauração da qualidade ambiental.

Estes empregos podem ser criados em todos os setores e empresas, nas áreas urbanas e zonas rurais. Além disso, incluem ocupações que vão desde o trabalho manual até o altamente qualificado. Os investimentos feitos objetivam melhorar a eficiência energética em edifícios, no transporte público, nos aparelhos elétricos e nos automóveis. De igual forma, propiciam a diversificação da oferta de energia limpa e renovável (eólica, solar, geotérmica e da biomassa). Pacotes de estímulos “verdes”, inclusive nos países em desenvolvimento, visam à restauração dos ecossistemas e à recuperação de rios, florestas e bacias hidrográficas.

Apenas no setor da construção civil, o consumo de energia pode ser reduzido em 30%, a custo zero, até 2030. Na Alemanha, um programa iniciado em 2001 já resultou na construção de cerca de 300 mil apartamentos por ano e na redução de 2 mil toneladas de gás carbônico anuais. Foram criados 200 mil empregos diretos. Cada euro público destinado ao programa atraiu outros quatro a cinco euros de investimentos privados.

Vários estudos consideram os empregos verdes como o rumo do trabalho decente em um mundo sustentável, com baixas emissões de carbono. Eles colaboram para proteger e restaurar ecossistemas e a biodiversidade; reduzem o consumo de energia, materiais e água por meio de estratégias de prevenção altamente eficazes; descarbonizam a economia e minimizam ou evitam por completo a geração de todas as formas de resíduos e poluição.

Relatório da organização ambiental Greenpeace aponta para a oferta de 8 milhões de empregos verdes em todo o mundo. O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, assegurou que existirão 3 milhões de empregos verdes na Europa até 2020. Na Alemanha, a indústria ambiental já emprega 1,8 milhão de pessoas.

A OIT estima a criação de cerca de 2 bilhões dos chamados empregos verdes até 2050, na medida em que as empresas mudem as tecnologias usadas na linha de produção para uma economia de baixo carbono.

Está com a palavra o novo governo brasileiro em relação aos empregos verdes. É possível o país assumir posição de liderança na América Latina neste aspecto.

China a caminho do 'desenvolvimento verde'


Fonte: O Globo - 05.11.2010
China - A China lançou ontem um indicador de “desenvolvimento verde” para o país, que leva em conta não só a expansão econômica como também o respeito ao meio ambiente. A iniciativa retoma parcialmente uma tentativa anterior de precificação da poluição e é um pequeno exemplo de como a China está gradualmente mudando seu rumo após anos de crescimento econômico veloz, mas às custas da degradação ambiental.

O novo indicador estabelece um ranking de cidades e províncias conforme o seu desempenho para equilibrar a expansão econômica com a proteção ambiental. Em sua primeira edição, o ranking é liderado por Pequim. Já o último lugar é ocupado pela província de Shanxi, onde há uma grande atividade de extração de carvão mineral.

Sistema político dificulta ação pró-meio ambiente
O índice, compilado pelo Departamento Nacional de Estatísticas e por duas universidades chinesas, leva em conta 55 indicadores detalhados, como as emissões per capita de dióxido de carbono e a participação dos gastos ambientais nos orçamentos públicos.

Maior emissor global de gases do efeito estufa, a China já se comprometeu a buscar um modelo de crescimento mais limpo e a melhorar sua eficiência energética.

Mas ainda é difícil levar essa mentalidade a dirigentes obcecados em garantir altos números relativos ao Produto Interno Bruto (PIB).

Ranking pode servir para compensar funcionários
Analistas dizem que o governo chinês deveria enfatizar mais o bem-estar da população e a proteção ao meio ambiente ao avaliar seus quadros, mas reconhecem que tal sistema é difícil de ser desenvolvido no sistema político da China.

Li Xiaoxi, professor da Universidade de Pequim, que coordenou a criação do novo indicador, disse que o ranking pode servir como uma ferramenta para futuras recompensas a funcionários, mas acrescentou que, por enquanto, trata-se apenas de um exercício acadêmico.

"Esperamos que os principais tomadores de decisões na China considerem o nosso trabalho valioso e o incorporem aos documentos oficiais", disse Li.

O Ministério do Meio Ambiente e a agência de estatísticas já haviam tentado desenvolver, anteriormente, uma medição do “PIB verde”, mas abandonaram o projeto devido à resistência de governos locais. Em 2006, os dois órgãos anunciaram que, em 2004, a poluição havia custado à China 511,8 bilhões de yuans, ou 3% do PIB daquele ano. Desde então não houve a divulgação de novos dados.

Combate ao aquecimento


Fonte: Estadão - 05.11.2010
São Paulo - O investimento do Banco Mundial no fomento a tecnologias de baixo carbono ainda não cumpriu sua promessa de catalisar novos investimentos de grande escala em energias renováveis.

É o que aponta um novo estudo do Grupo de Avaliação Independente (IEG) do próprio Banco Mundial, que examinou os esforços da entidade na redução dos efeitos das mudanças climáticas.

Nos exercícios financeiros de 2003 a 2008 o Grupo Banco Mundial ampliou os investimentos anuais em energia renovável e eficiência energética de US$ 200 milhões para US$ 2 bilhões. Em 2008, a instituição de fomento passou a adotar uma estrutura de políticas sobre desenvolvimento e mudança climática e destinou outros US$ 5 bilhões em fundos para a redução de gases do efeito estufa.

Ao examinar esses esforços de expansão, o relatório aponta cinco áreas que podem produzir resultados mais marcantes nos próximos anos: eficiência energética; proteção florestal; financiamento apropriado de projetos; transferência de tecnologia e aprendizagem acelerada. “Para promover um crescimento mais verde é crítico que os esforços enfoquem as áreas de maior eficácia”, diz Vinod Thomas, diretor-geral do IEG.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Criação de fórum sobre eficiência energética na América Latina


Fonte: Procel Info - 28.10.2010


México - A Associação Internacional Copper realizou um seminário para discutir a criação de um Fórum Permanente de Eficiência Energética na América Latina nos próximos dias 28 e 29 de outubro, na Cidade do México, no México. A proposta inicial surgiu no I Seminário Latinoamericano sobre Políticas Públicas de Eficiência Energética, em 2007, com a intenção de trocar informações de eficiência energética entre as nações latinoamericanas, além da criação de uma Comissão Transitória formada por um representante de cada país. O objetivo deste encontro foi facilitar a promoção do intercâmbio de informações para que surgissem operações bem sucedidas.
 
A troca de informações deste setor é feita de forma esporádica, sem a permanência que as ações relacionadas à área de eficiência energética exigem. Este ano, o seminário contou com representantes do Brasil, Chile, Argentina, Guatemala, México, Peru e Uruguai e, além de apresentar um panorama de cada país em relação à eficiência energética, discutiu temas como o conceito do Fórum de Eficiência Energética, identificação de sinergias e oportunidades, estrutura do fórum, criação do comitê de governança transitório, entre outros.

Arquitetura da luz



Fonte: Estadão - 26.10.2010
Brasil - Do mais elementar abajur aos lustres de última geração, em se tratando de luminárias, projetar sempre significou, em alguma medida, incorporar o formato dos componentes de funcionamento ao desenho final do artefato luminoso. Não causa surpresa, portanto, que a popularização do uso dos LEDs (sigla em inglês para Light Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz, uma espécie de microlâmpada de baixo consumo) tenha produzido tamanho impacto nas pranchetas dos designers.

"Para mim, a tecnologia LED é mais do que bem-vinda",afirma o designer britânico Ross Lovegrove, que nos últimos anos vem investindo com força no desenho de luminárias. "Além do desempenho muito superior ao das lâmpadas convencionais, os LEDs não só estão mais potentes como promovem um mínimo de interferência estética."

Exemplo emblemático, seu lustre componível 100% Suspension, lançado este ano pela Danese Milano, faz da extrema simplicidade o seu principal discurso. Formado por uma chapa de alumínio com as minilâmpadas distribuídas por toda a sua extensão, tem quatro milímetros de espessura, sete centímetros de largura e pouco mais de um metro de comprimento.

Típico exemplar de objeto luminoso "desmaterializado" quando montado, o 100% Suspension pode dar origem a enormes teias luminosas, capazes de clarear ambientes de diferentes tamanhos. Se tomadas em separado, por sua vez, as peças que o compõem podem facilmente passar despercebidas. Mais do que na forma, a ênfase do projeto está no seu funcionamento. "Dia após dia, as luminárias ganham formatos mais diluídos", diz Lovegrove. "Isso é bom em todos os sentidos: se consome cada vez menos material e se reduzem as etapas de produção e o gasto de energia. Por fim, facilita a decomposição final do objeto", teoriza o designer, que já conta com seguidores.

"Otimizamos ao máximo as etapas de produção de nossa luminária", explica o italiano Flavio Mazzone, da Modoloco Design, um dos autores de Odaiba, um pendente da Danese construído a partir do simples encaixe de duas chapas espelhadas, à maneira dos origamis japoneses. "As únicas operações envolvidas são o corte e a dobradura da chapa de alumínio."

Integração. Engana-se, porém, quem vê na atual onda de simplificação do desenho das luminárias apenas o desejo de se obter um objeto ambientalmente correto. Ao que parece, depois de quase uma década de exuberância formal, os objetos feitos para iluminar pretendem retomar uma integração perdida com a arquitetura.

Nos novos modelos, saem de cena as proporções ampliadas, os formatos orgânicos e predominantemente coloridos da última década. Segundo os designers, o que se busca é a máxima diluição possível do objeto luminoso, com o branco dominando a maioria das coleções.

Não sem tempo, a beleza nos domínios da luz se volta para a essencialidade, para o equilíbrio das proporções e para o poder de harmonizar em um mesmo objeto forma e funcionamento. Retoma-se uma espécie de silêncio de formas, que abre espaço para a expressividade da luz.

É algo talvez difícil de ser descrito, mas facilmente perceptível ao observarmos, por exemplo, projetos ultraelaborados de luminárias - como a Edge, que a designer inglesa Amanda Levette desenhou para a Established & Sons.

O efeito também é facilmente percebido no trabalho de um designer iniciante, como Daniel Latorre Cruz. Um espanhol radicado em Londres, que, com pouco mais que uma ideia e uma folha de papel, prova que, mesmo na era dos LEDs e da racionalização, a iluminação ainda pode se permitir momentos de pura poesia.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Eficiência energética nas residências




Fonte: Energy Saving Trust - 27.10.2010
Reino Unido - Segundo o Energy Saving Trust, famílias podem economizar cerca de 2 bilhões de libras por ano se seguirem três passos para se tornarem eficientes energeticamente. A organização descobriu que se os consumidores instalarem isolamento térmico em paredes e no teto, trocarem lâmpadas ineficientes por outras que sejam fluorescentes e desligarem totalmente os aparelhos eletroeletrônicos e eletrodomésticos, em vez de deixá-los no modo stand by, eles poderiam economizar dinheiro nas contas de energia e reduzir as emissões de carbono em cerca de dez milhões de toneladas.

"Investir em tecnologias de eficiência energética, como isolamento térmico em paredes e no teto, é uma maneira de garantir que podemos valorizar nossas casas, manter as contas baixas e assegurar que a decoração nunca saia de moda", disse o diretor executivo do Energy Saving Trust, Philip Sellwood. Uma pesquisa descobriu que 55% dos consumidores estão usando menos energia do que há um ano e que 42% pagariam mais para modernizar suas casas e torná-las mais eficientes energeticamente. A pesquisa também revelou que 36% dos proprietários considerariam um estudo em suas casas para descobrir se fontes de energia renovável poderiam ser instaladas nas residências.

Consumo de eletrônicos





Fonte: DCI - 22.10.2010

Brasil - O século XXI é marcado pelo consumo de produtos eletrônicos. Isso é evidenciado a partir do uso abrangente de telefones celulares digitais, câmeras digitais, televisores de alta definição (HDTVs), imagens 3D em televisores e câmeras, sistemas de navegação, de jogos e de entretenimento, e-books e e-readers, PCs, eletrônicos voltados para o cuidado com a saúde e etc. A grande tendência é a convergência dessas tecnologias com os computadores, a integração de diferentes funcionalidades reunidas em produtos de consumo cada vez menores e mais inteligentes e o entrelaçamento dos eletrônicos de consumo com a cultura humana e os hábitos de vida das pessoas.

Estas tendências podem ser resumidas assim:

1) A convergência de computadores e microprocessadores: A tendência dominante de muitos dos produtos eletrônicos de consumo é a convergência com os computadores. O atual telefone celular digital tem praticamente o mesmo poder de computação dos supercomputadores de uma década atrás, que faz com que os motores de busca e de áudio/vídeo de processamento de sinal digital (DSP) sejam possíveis em tempo real. Com a inclusão do microprocessador, da televisão, dos DVD players e dos gravadores digitais é possível não só gravar os programas de televisão como navegar na internet, comprar produtos, realizar tarefas profissionais e proporcionar entretenimento por meio de jogos interativos. O sistema de áudio/vídeo acoplado ao carro, não proporcionou somente ao usuário a facilidade de ouvir o CD/DVD ou o rádio mas também de consultar a internet para informações, navegação on-line e desta forma, crianças ou adultos podem aproveitar o tempo para aprender durante viagens. Produtos eletrônicos de consumo também fornecerão interação para monitorar os cuidados com a saúde e a segurança das pessoas dentro do lar.

2) Integração de várias funções de consumo: Desde a invenção dos circuitos integrados, a indústria de semicondutores tem seguido a lei Moore's, que dobrou o número de chips (produto) transistores a cada 18 meses. A crescente complexidade e a redução do tamanho do design dos eletrônicos e de fabricação têm permitido a integração de várias funções do consumo eletrônico em um único chip ou de todas as funções de um circuito eletrônico inseridas em um chip. O celular digital é um bom exemplo de que os milhares de componentes originais foram todos integrados em um único chip de telefone celular. O sistema digital de áudio e vídeo melhorou a experiência de audição e visão do consumidor. O sistema de alta definição 3D e entretenimento proporciona uma sensação mais realista e de interação. Todas essas possibilidades se devem à integração de várias funções do chip.

3) Trabalhar a partir de qualquer lugar: Notebooks e computadores com Wi-Fi e redes 3G, teleconferência de áudio/vídeo, interface touch screen e ergonômica e jogos interativos possibilitam às pessoas a trabalharem de qualquer lugar e a qualquer momento. Isso permite que se dirija menos, pois as pessoas permanecem conectadas, economizando tempo e combustível. Esses tipos de produtos eletrônicos de consumo estão invadindo rapidamente o mercado como um todo e continuarão a ser tendência nos próximos anos.

4) Meio ambiente: O uso de eletrônicos de consumo com gasto reduzido de energia e consumo de energia sustentável ("energia verde") são os novos conceitos do mercado. Técnicas associadas ao design com uso baixo de energia, aplicadas ao sistema desses produtos, oferecem dispositivos eletrônicos que usam muito menos energia, com mais funcionalidades. Outro ponto para os eletrônicos de consumo é a captação de energia a partir do meio ambiente. Isso permite que os produtos eliminem o uso de energia elétrica ou reduzam consideravelmente a quantidade de seu consumo. A indústria eletrônica tem sido sempre um assunto multidisciplinar complicado. Ela usa uma variedade de materiais e produtos químicos na fabricação de dispositivos, na embalagem e em seu manuseio. Para estarem em harmonia com a Mãe Natureza, todos os aspectos no processo de fabricação do produto devem ser considerados. Use compostos sem chumbo no processo de fabricação e de embalagem, utilize os descartes provenientes de processos químicos que não agridem a atmosfera e o meio ambiente, use materiais reciclados ou reutilizáveis, ou equipamentos específicos para todo o fluxo gradual de descarte, considerados em muitas das práticas de manufatura de eletrônicos de consumo. Esses são benefícios ao consumidor e ao planeta também.

5) Eletrônicos de consumo se tornam assistentes do homem: Com os padrões de vida elevados no mundo, sustentar a população tem se tornado um problema a menos, se comparado com o bem-estar humano e a conscientização sobre a saúde, que têm se tornado questões mais importantes na atualidade. O cuidado pessoal ou no lar, por meio dos sistemas eletrônicos, tem sido uma tendência nova no segmento de eletrônicos de consumo. Desde pequenos pedômetros, aparelhos auditivos, medidores de glicose no sangue, monitores cardíacos e de pulso, até máquinas portáteis de raios X, scanners CAT e desfibriladores carregados por indução, imagens interativas em 3D direcionadas a diagnósticos e tratamentos eletrônicos e robóticos dos membros, os produtos eletrônicos de consumo ampliam as possibilidades no cuidado com a saúde pessoal, nas consultas médicas e na hospitalização. Estes produtos estão se tornando opções convenientes de baixo custo para a saúde.

6) Pesquisa e desenvolvimento com foco no consumidor: Os principais avanços técnicos em eletrônica de consumo concentrar-se-ão em melhorar o desempenho do produto e sua funcionalidade, para atender melhor às necessidades dos consumidores. Isso inclui aplicações de fácil utilização, segurança humana, designs ambientalmente corretos, ergonomia, cuidado e assistência à saúde de pacientes em estado normal ou terminal, assistência educacional para a melhora no aprendizado de crianças e adultos, entretenimento e sistemas de jogos para a satisfação da mente e do corpo, entre outros.

Aparelhos com elevado consumo de energia serão proibidos no Brasil



Fonte: Montes Claros - 22.10.2010
Brasil - A partir de 2011, o governo começará a proibir a produção e a comercialização de eletrodomésticos que consomem muita energia. O Programa de Metas dos Eletrodomésticos, criado em 2001 durante o racionamento de energia, fixou a data limite para a fabricação ou importação dos produtos em 31 de dezembro de 2011. E, a partir de janeiro de 2013, nenhum deles poderá ser vendido no país. Caberá ao Inmetro fazer a fiscalização, o acompanhamento e a avaliação do cumprimento das metas. O plano de expansão do setor energético para 2030 prevê que 10% do consumo de eletricidade serão atendidos com medidas de eficiência energética. Por isso, é importante a produção de equipamentos que consomem menos.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Mega Poço de Petróleo descoberto na Camada Pré-Sal


ANP: Libra pode chegar a 15 bi de barris de petróleo

Agência Estado

André Magnabosco , Em sexta-feira 29/10/2010, às 14:38

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acaba de informar que a descoberta de petróleo realizada no pré-sal, no poço 2 - ANP - 2 A - RJS, em área pertencente à União, tem capacidade de 3,7 a 15 bilhões de barris de petróleo recuperável, considerando o volume recuperável da União. Ontem a Agência Estado antecipou que em até 48 horas a ANP iria anunciar essa descoberta.

Ainda de acordo com a ANP, a estimativa mais provável de reservas no local é de 7,9 bilhões de barris, de acordo com avaliação da certificadora Gaffney, Cline & Associates. "É importante destacar que somente este prospecto de Libra pode vir a ter um volume de óleo recuperável superior às atuais reservas provadas brasileiras, próximas de 14 bilhões de barris de petróleo", destacou em nota a agência.

O poço situa-se a 183 km da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d'água de 1.964 metros e até o momento a profundidade atingida é de 5.410 metros, com 22 metros perfurados no pré-sal. A profundidade final prevista, de cerca de 6.500 metros, deverá ser alcançada somente no início de dezembro. "O poço 2 - ANP - 1 - RJS, no prospecto de Franco, e 2 - ANP - 2A - RJS, em Libra, foram perfurados em área da União com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre o potencial petrolífero do pré-sal brasileiro", destaca a ANP, para que a descoberta "valoriza enormemente o patrimônio da União", aponta o comunicado.

O GREATS defende o financiamento de pesquisas em Energias Renováveis com os  recursos oriundos do Pré-Sal.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS PREPARATÓRIO À CONFERÊNCIA MUNDIAL DA ONU
  Brasília, 11 e 12 de novembro 2010

As mudanças climáticas colocaram na ordem do dia a discussão sobre o futuro da humanidade, trazendo à tona a crise ambiental que o mundo enfrenta. Em decorrência disto o tema ganha, cada vez mais, importância no cenário nacional e internacional. Tanto assim que a Conferência de Copenhague das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas se realizou com a presença de 119 chefes de estado e 192 países.

As contradições entre os países capitalistas desenvolvidos e os países emergentes, no tratamento das mudanças climáticas, ficaram evidentes na referida Conferência. A questão chave do conflito residiu na
definição das metas de redução das emissões de gases de efeito estufa pelos países desenvolvidos entre 2013, com o término do período de vigência do Protocolo de Kyoto, e 2020.

Para dar continuidade a este debate, visando elaborar uma resolução para o pós-Kyoto, será realizado entre 29 de novembro e 10 de dezembro a Conferência Mundial da ONU sobre as Mudanças Climáticas, em Cancun, no México.

O Seminário Internacional sobre as Mudanças Climáticas visa aprofundar o debate sobre o tema e preparar representantes de fundações e entidades sociais para a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 16).

Esta iniciativa terá um caráter suprapartidário e contará com o patrocínio de órgãos públicos visando sua realização.

Mais informações no sítio: www.grabois.org.br