Nossos Visitantes

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Arquitetura Verde ao redor do mundo

Fonte: Allianz

O Parlamento Alemão: sistema de energia renovável

Visitantes caminham no interior do domo de vidro do Reichstag, o edifício do Parlamento alemão em Berlim. O sistema de energia do edifício é uma mescla de energia solar, geotérmica, cogeração de calor e energia, geradores a biocombustível e uma ventilação inovadora. A isolação especial restringe a perda de calor. Mais de 80% da eletricidade necessária é gerada internamente. Uma instalação geotérmica refrigera o edifício no verão e fornece calor no inverno. As emissões anuais de CO2 foram, desse modo, reduzidas de 7 mil para menos de mil toneladas. (Foto: Reuters)



O Ninho do Pássaro na China: energia solar e captação da água da chuva

Estádio Olímpico Nacional, também conhecido como o “ninho de pássaro”, em Beijing. Projetado pelos arquitetos suíços Herzog & de Meuron, o estádio incorpora recursos como energia solar e captação de água da chuva. Como todas as instalações no interior do estádio são planejadas como unidades autônomas, é possível abrir mão de uma fachada monolítica, o que permite a ventilação natural do estádio, sendo o aspecto mais marcante no seu projeto sustentável. (Foto: Reuters)




Construção ecológica: melhorias ambientais e eficiência energética

O prédio do Tribunal Wayne L. Morse, em Eugene, no Oregon, recebeu a certificação LEED Gold pelo emprego de melhorias ambientais e por sua eficiência energética. A irrigação reduzida devido ao uso de plantas nativas tolerantes à falta de água, combinada com vasos sanitários sem água, além de pias e chuveiros de baixo fluxo, consomem 40% menos água do que as instalações convencionais. Os materiais de construção contendo alto teor de itens reciclados são fáceis de obter no próprio local, requerem manutenção mínima e apresentam baixa emissão química. (Foto: Reuters)





Projeto de habitação pública K2

Os apartamentos K2 para habitação pública são o desenvolvimento mais sustentável ambientalmente na Austrália. O complexo usa somente energia renovável e tem vida útil de mais de 200 anos. É feito parcialmente com madeira reciclada, reutiliza água da chuva, possui aquecimento solar e painéis fotovoltaicos. De acordo com o Governo de Habitação de Vitória, os apartamentos K2 usam 55% menos eletricidade, 46% menos gás e 53% menos água do que os apartamentos convencionais. (Foto: Victorian State Government's Office of Housing)





Decatlo Solar

Decatlo solar em Washington, em outubro de 2005. O evento teve 18 equipes universitárias dos Estados Unidos, Canadá, Porto Rico e Espanha competindo para ver qual casa com energia solar oferecia o melhor conjunto de requisitos estéticos, conveniências, produção de energia e eficiência. Cada casa também devia produzir energia “adicional” suficiente para abastecer um carro elétrico. (Foto: Stefano Paltera / Solar Decathlon)





Estilo renovável de construções de casas

Painéis solares funcionam como parede em uma casa com energia solar projetada pela Universidade Politécnica de Madrid. Em casas energeticamente eficientes, os materiais de construção tornam-se parte do sistema de energia, combinando decoração e funcionalidade. (Foto: Stefano Paltera / Solar Decathlon)





Material de construção para arquitetura sustentável

Materiais de construção climaticamente neutros e altamente isolantes são parte integrante de uma arquitetura sustentável. Esse bloco de alvenaria feito de lascas de madeira recicladas e cinza volante foi usado na construção da casa solar da Universidade do Colorado. (Foto: Stefano Paltera/Solar Decathlon)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Schneider Electric presenteia São Paulo durante Virada Sustentável

Fonte: Portal Fator Brasil - 21.05.2011

São Paulo - Com o objetivo de contribuir com a eficiência energética para um planeta mais sustentável, a Schneider Electric, especialista global na gestão de energia, doará para a cidade de São Paulo sistemas de automação para os parques Ibirapuera, Luz e do Carmo, que serão instalados em 36 banheiros públicos.
A instalação dos produtos será realizada para a primeira edição da Virada Sustentável, evento que promoverá atividades ligadas à sustentabilidade, em diversas praças, parques e ruas, nos dias 4 e 5 de junho - durante o final de semana do Dia Mundial do Meio Ambiente.
“A responsabilidade com a energia e com o nosso meio ambiente está presente em nossa cultura e estratégia da empresa. Esta é mais uma ação da Schneider Electric para contribuir para um planeta mais sustentável para as futuras gerações”, afirma João Carlos Salgueiro, gerente de Eficiência Energética.
O sistema KNX (lê-se Conex), implantado nos banheiros dos parques, realiza medições constantes da luminosidade do ambiente, detectando ao mesmo tempo, a presença humana. Assim as luzes somente são acesas na presença de usuários e quando a iluminação natural não é suficiente. Esta medida simples pode reduzir o consumo de energia em até 30%.
O aparelho, que também pode ser integrado a outras plataformas, dependendo do tipo de aplicação, contribui para a eficiência energética do ambiente e favorece a personalização de projetos.
Virada Sustentável, dias 4 e 5 de junho, nos Parques, praças e ruas da cidade de São Paulo. Atrações: mais de 300 (peças de teatro, sessões de cinema, instalações temáticas, shows de música e dança etc). Público estimado: 4,5 milhões de pessoas. Automatização Schneider Electric: Parques Carmo, Ibirapuera e Luz. Site: http://www.viradasustentavel.com/.

Governo do Estado do Rio de Janeiro e Thyssenkrupp CSA inauguram primeira escola sustentável do Brasil

Fonte: Portal Fator Brasil - 21.05.2011

Rio de Janeiro - A Secretaria do Estado de Educação e a Thyssenkrupp CSA inauguraram na sexta-feira, dia 20 de maio, o Colégio Estadual Erich Walter Heine, em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro. A escola é a primeira totalmente sustentável do Brasil e da América Latina, construída dentro dos padrões da certificação LEED - Leadership in Energy and Environmental Design, da entidade internacional Green Building Council (Conselho de Construções Verdes) – que podem gerar uma redução de até 50% no consumo de energia em prédios comerciais.
A unidade que agora passa pelo processo de aprovação da organização, recebeu investimentos de R$ 11 milhões, utilizados em mais de 50 medidas para o melhor aproveitamento dos recursos naturais e maior eficiência energética, como por exemplo, o formato da construção de catavento, para maior circulação do ar e redução de gastos com refrigeração, bem como materiais ecologicamente corretos na construção, utilização de lâmpadas LED, coleta de lixo seletivo, sistema de aproveitamento de água de chuva e espaço de reciclagem, entre outras iniciativas. Em todo o mundo, apenas 120 escolas tem essa certificação - dessas, 118 ficam nos EUA, uma na Noruega e outra em Bali.
Outra novidade do colégio, que tem como concepção ser uma grande sala de aula sustentável, é o “ecotelhado”, que diferentemente de unidades padrão, tem uma vegetação especial, para diminuir a absorção de calor e reabsorver a água da chuva e será utilizado como espaço de aprendizagem. O estacionamento da escola tem a tecnologia ecopavimento, material permeável de grelhas de plástico reciclado que permite a passagem de água e ar, evitando bolsões de água, assim como a borda da piscina, com material que reduz absorção de calor. O projeto também prevê o aumento das áreas verdes, instalação de painéis solares para aquecimento de água e área para reciclagem e bicicletários.
O secretário de Estado de Educação, Wilson Risolia, afirmou que o Estado está passando por um momento especial, com a realização da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos 2016 e, por isso, investir nos estudantes imediatamente é essencial. "O Rio vive um momento singular. Nosso estado está exposto, visto através de uma janela escancarada para o mundo, e com uma demanda de mão de obra extraordinária. E onde estão esses jovens? Estão conosco, em nossas escolas. Não podemos deixar essa oportunidade passar”, disse Risolia. O secretário também lembrou as experiências educacionais de sucesso no Estado, como o Nave (Núcleo Avançado em Educação) e o Nata (Núcleo Avançado de Educação em Tecnologia de Alimentos), que conquistaram prêmios e o reconhecimento de pais e alunos.
Já o diretor de Sustentabilidade da TKCSA, Luiz Cláudio Castro, destacou a parceria entre o governo do Estado e a empresa na área de educação, com foco em sustentabilidade. “A escola reforça nosso compromisso com a comunidade de Santa Cruz e o Rio de Janeiro, dentro da nossa política de investimentos na educação profissional, visando o desenvolvimento sustentável da região. Queremos que a Erich Heine seja um exemplo pioneiro para uma grande onda de construções sustentáveis no Brasil”, ressalta. Há um mês, a empresa também inaugurou uma escola técnica do Senai em Itaguaí que atenderá 2.800 jovens em cursos técnicos nas áreas de siderurgia e manutenção industrial, entre outras.
O Colégio Erich Heine, que oferece 200 vagas de ensino médio integrado em Administração, também conta com um corpo pedagógico especialmente preparado para adoção e conscientização dos alunos sobre práticas sustentáveis. Diretores, professores e funcionários e representantes da Subsecretaria de Gestão de Ensino da Seeduc, receberam treinamento no Curso de Sensibilização em Educação Ambiental, promovido pelo Programa Thyssenkrupp CSA de Comunicação e Educação Ambiental (Procea).
A unidade possui ainda laboratórios de informática, bioquímica, artes e de administração, biblioteca e piscina, além de ser totalmente adaptada para receber alunos com necessidades especiais, contemplando desde a estrutura do prédio, onde as partes podem mudar de lugar facilitando a construção em qualquer tipo de terreno, até as características mais fundamentais como portas mais largas, pisos táteis, rampas com pouca inclinação e inscrições em braile.
A expectativa é de que a escola atenda a outros 300 estudantes até o fim de 2011, com Ensino Técnico. O colégio que também estará aberto nos fins de semana à comunidade, fica na Rua Manoel Lourenço dos Santos, s/n° - Santa Cruz, Rio de Janeiro.

GBC Brasil realiza visita a prédios sustentáveis

 Eldorado Business Tower
Fonte: O Globo - 23.05.2011

Rio de Janeiro - Os mais novos e modernos prédios certificados pelo LEED (Leadership in Energy Environmental Design) - selo que atesta a sustentabilidade de um empreendimento - estarão de portas abertas no dia 28 de maio para visita guiada, a ser realizada pela GBC Brasil, organização não governamental responsável por fomentar a indústria da construção sustentável no país, em parceria com a EcoBuilding e a ArqTur.
O evento é voltado para engenheiros, arquitetos, estudantes e outros profissionais da área. Durante o encontro, os participantes receberão orientação de especialistas que apresentarão os empreendimentos, mostrando as informações técnicas e os principais aspectos do projeto e da construção que os levaram à obtenção do título de Green Building.
"Para receber o selo verde a construção deve atender aos requisitos de eficiência energética; uso racional da água; materiais e recursos; qualidade ambiental interna; espaço sustentável; e inovações e tecnologias", explica o gerente técnico do GBC Brasil, Marcos Casado. "Além disso, devem respeitar a vários outros critérios que valem pontos. Conforme o atendimento mínimo de 40 dos 110 pontos, a empresa obtém o selo nível básico, que ainda pode ser prata, ouro ou platina dependendo do desempenho da construção.
A primeira visita será ao Eldorado Business Tower, primeiro empreendimento da América Latina a receber o LEED Platinum. Em seguida, os visitantes seguirão em ônibus exclusivo para o novíssimo Eco Berrini, projetado para receber o nível máximo de certificação e ainda em processo de conclusão das obras. O último prédio a ser visitado será o recém certificado Rochaverá, primeiro do Brasil a receber o selo LEED Gold. De acordo com Casado, até o momento, o Brasil é o 5º país no ranking das construções verdes e possui 29 prédios com certificado, além de 274 em processo de certificação.
"A expectativa é fechar o ano com 35 empreendimentos certificados e 300 em processo", finaliza o gerente.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Siemens e carro elétrico

Fonte: Valor Econômico - 20.05.2011

Brasil - A Siemens informa que está trazendo para o Brasil um sistema de abastecimento de automóveis movidos a energia elétrica. O sistema engloba desde o carregador, medidor de energia consumida, sistema de comunicação e softwares de tarifação. Segundo a empresa, esse produto faz parte da tecnologia de smart grid - redes inteligentes que possibilitam maior eficiência na geração, distribuição e consumo de energia.

Oportunidades econômicas e benefícios ambientais identificados na interseção entre água e energia

Fonte: ACEEE - 10.05.2011

Estados Unidos - Um grupo de especialistas em eficiência energética e hídrica desenvolveu um esquema para proporcionar ao país benefícios ambientais e econômicos significativos a partir de uma abordagem combinada em prol de mais sistemas eficientes energeticamente e em relação à água. Os especialistas foram recrutados pelo Conselho de Economia e Eficiência Energética dos Estados Unidos (ACEEE, na sigla em inglês) e pela Alliance for Water Efficiency (AWE), para analisar oportunidades resultantes da interseção entre questões hídricas e energéticas.

Um quinto do consumo de eletricidade do país vai para tratamento, aquecimento, coleta, retratamento e distribuição de água potável. Estimativas da U.S. Geological Survey sugerem que 50% da água do país vão para produção de eletricidade termelétrica. O projeto do grupo de especialistas delineia oito ações que poderiam levar a futuras oportunidades econômicas e a benefícios ambientais através do uso mais eficiente de água e energia.

Algumas dessas medidas incluem pesquisas e programas colaborativos, replicação de melhores práticas, melhoria da receita e de estruturas tarifárias, códigos e padrões, e programas educacionais e informativos. O objetivo é aprender com as experiências tanto do setor de água quanto do de energia. Os esforços futuros da parceria focarão em pesquisa, políticas, códigos e padrões, e programas que gerem benefícios de eficiência na análise holística das questões hídricas e energéticas.

Copa-2014: Maracanã corre atrás do selo verde

Fonte: O Globo - 12.05.2011

Rio de Janeiro - Mesmo estando em obras, o Maracanã já disputa seu primeiro título: o de certificação ambiental. Para atingir o objetivo, a Empresa de Obras Públicas do estado (Emop) terá de cumprir uma série de exigências durante a reforma do estádio, como o controle da poluição. Quando estiver tudo pronto - a Emop estima o fim das obras para dezembro de 2012 -, o Maracanã terá uma redução de 30% no consumo de energia elétrica. E de 50% no de água, graças aos sistemas de captação das chuvas e controle dos desperdícios.

O cuidado ambiental é uma exigência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que deverá investir R$ 400 milhões na reconstrução. O banco determinou que todos os estádios da Copa do Mundo de 2014 tenham a certificação. Caso contrário, os repasses não serão feitos.

O Maracanã seguirá o sistema Leed (sigla em inglês para Liderança em Energia e Design Ambiental), do Green Building Council Brasil (GBC). Para Ícaro Moreno, presidente da Emop, isto significará um aumento dos custos em cerca de 20%, uma vez que a certificação exige mais cuidados e tecnologia. O projeto executivo da obra será apresentado no próximo dia 17, em Brasília.

"A tendência é que todas as obras públicas passem a ter essa ação ambiental. O Maracanã vai dar o exemplo de qualidade e pontualidade. Estamos atuando desde a demolição. Tudo foi reciclado. Até o fim do mês, todas as exigências ambientais estarão sendo cumpridas. Vamos ganhar o certificado, que será a primeira conquista do estádio", disse Ícaro.

A GBC, no entanto, alega que ainda não firmou o contrato de certificação com o Maracanã, diferentemente de outros cinco estádios que sediarão jogos da Copa (em Manaus, Brasília, Cuiabá, Belo Horizonte e Salvador) e do Olímpico, do Grêmio de Porto Alegre. A Emop reconhece que toda a documentação ainda não foi enviada à GBC. Felipe Faria, gerente de relações governamentais e institucionais da ONG, explica que o contrato pode ser assinado mesmo depois do início das obras.

"A certificação traz uma série de benefícios", disse Felipe, citando a redução de 30% em energia, até 50% de água, 60% de resíduos e 30% nas emissões de gases de efeito estufa. "Além disso, garante a redução dos custos operacionais".

Inaugurado para a Copa de 1950, vencida pelo Uruguai, o estádio será totalmente modernizado. A água da chuva captada pela cobertura será usada para irrigação do gramado e alimentará os banheiros, que contarão com torneiras inteligentes e descarga ecológica, com duas opções de acionamento. O sistema de drenagem do campo armazenará água para novas regas.

Haverá aquecimento solar para as duchas dos vestiários e utilização de lâmpadas econômicas. Os equipamentos elétricos serão os mais eficientes do mercado. Todas as cadeiras serão novas, dobráveis. As antigas serão doadas para outros estádios da Região Metropolitana. Uma sala de controle centralizará em tempo real as informações de todos os sistemas do estádio, permitindo melhor operação.

Durante as obras, estão previstos controle da erosão e sedimentação do solo; lavagem das rodas dos caminhões, que não carregarão sujeira para as ruas da cidade; poço de armazenamento de água da chuva; proteção de bueiros; aspersão de água para diminuir a poeira e o material particulado e proteção de árvores com cercas e telas. As sobras de material terão de ser recicladas.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Construções verdes

Fonte: Revista Casa e Jardim - 17.05.2011

Brasil - Colocar um projeto de arquitetura sustentável na ponta do lápis pode ser assustador para quem não está preparado para gastar um pouco mais com as obras. O que muitos se esquecem é de que o investimento é recuperado ao longo do tempo. Imagine não precisar pagar conta de luz e diminuir a quantidade de água consumida todos os meses. Faz toda a diferença no orçamento. E se o alívio no bolso vem a longo prazo, na consciência ele é instantâneo. Afinal, quem não se sente melhor ao tomar uma atitude que preservará o mundo para as gerações futuras?
Sustentabilidade certificada
Para medir o nível de sustentabilidade das construções mundo afora, a organização Green Building Council, com sede nos Estados Unidos, criou o selo Leed. A sigla para Leadership in Energy and Environmental Design certifica os prédios e residências que atendem a alguns requisitos, nas categorias eficiência energética, uso racional da água, materiais e recursos e inovações e tecnologias.
Ao fazer uma avaliação, a instituição dá uma pontuação que vai de 40 a 110. Dependendo da nota atingida, o projeto recebe um selo Leed de prata, de ouro ou de platina. De acordo com a unidade brasileira do Green Building Council, nosso país já é o quinto no ranking mundial de construções sustentáveis, atrás apenas dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, Canadá e China. No entanto, os projetos certificados são todos de edifícios comerciais.
Em entrevista exclusiva à Casa e Jardim, Marcos Casado, gerente técnico do Green Building Council Brasil, dá mais detalhes sobre o assunto:
Casa e Jardim Online – Qual é a importância da certificação Leed?
Marcos Casado – O selo traz diversas vantagens para os empreendimentos, como redução dos custos operacionais em toda a vida útil (água e energia), melhora da qualidade interna (com o aumento da luminosidade, diminuição do uso do ar condicionado), valorização do imóvel, além do reconhecimento da organização na aplicação dos conceitos relacionados à sustentabilidade, que é um grande diferencial de marketing.
CJ – Quais são os requisitos para que uma construção ganhe o selo?
MC – Para receber o selo verde, a construção deve atender a alguns pré-requisitos que são obrigatórios e garantem um desempenho mínimo necessário a esses empreendimentos. Os critérios para a certificação Leed referem-se a essas cinco categorias: eficiência energética, uso racional da água, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, espaço sustentável e inovações e tecnologias.
CJ – Na sua opinião, por que ainda não temos residências certificadas no Brasil?
MC – A metodologia da construção de casas no Brasil é bem diferente da americana. Vamos primeiro tropicalizar uma nova referência, chamada Leed Home, para depois aplicá-la no Brasil. Porém, já existem edifícios residenciais em processo de certificação.
CJ – Sai mais caro construir pensando em sustentabilidade?
MC – O valor atual para construções de um empreendimento sustentável certificado está entre 2% a 7% a mais do que o custo de um empreendimento convencional. Em contrapartida, os custos operacionais são em torno de 6% a 9% menores: os valores gastos com água são reduzidos de 30% a 50%; com a energia, de 25% a 30%; e com a gestão de resíduos, de 50% a 70%, o que compensa esse investimento inicial maior.
CJ – Existe algum cálculo de quanto tempo leva para recuperar esse investimento?
MC – Em uma construção sustentável, esse retorno acontece entre 3 e 5 anos.

FAO cita Brasil como modelo na produção de bioenergia

Fonte: Agência Brasil

Após três anos de pesquisas sobre impactos da produção de bioenergia, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) divulgou nesta terça-feira (16) o “Marco analítico da bioenergia e segurança alimentar”. O estudo, segundo a instituição, apresenta uma nova metodologia que pode ajudar governos a avaliar os prós e contras de investimentos no setor. O Brasil é citado como exemplo de como um país pode usar a bioenergia para suprir suas necessidades energéticas.
Segundo a FAO, o estudo consiste em uma série de avaliações e respostas sobre questões importantes relacionadas com a viabilidade de desenvolvimento da bioenergia e seu impacto na oferta de alimentos e segurança alimentar das famílias. Também foram levadas em conta as dimensões social e ambiental.
"Nosso objetivo é ajudar as autoridades a tomar decisões, se o desenvolvimento da bioenergia é uma opção viável e, nesse caso, identificar as políticas que permitem maximizar os benefícios e minimizar os riscos”, afirmou o coordenador do projeto, Heiner Thofern.
Entre os fatores de incentivo que levam ao aumento da produção de bioenergia apresentados pela FAO, destacam-se as altas no preço do petróleo e a preocupação com a segurança energética, além das emissões de gases de efeito estufa dos combustíveis fósseis. A organização ressalta também que o investimento em bioenergia pode trazer melhorias à infraestrutura agrícola e ao transportes nas áreas rurais, criando empregos e aumentando a renda familiar.
A FAO cita o Brasil como exemplo de economia que usa a bioenergia para suprir as necessidades energéticas. “O país é o segundo produtor mundial de bioetanol e tem cerca de 1 milhão de veículos movidos pelo combustível procedente da cana-de-açúcar”, informa a instituição.
De acordo com a FAO, a Europa deve ser um mercado importante para as exportações dos produtos bioenergéticos, oferecendo novas oportunidades aos camponeses dos países em desenvolvimento. A instituição informa ainda que os estudos mostraram que os projetos de bioenergia de pequena escala, não voltados à exportação, também podem melhorar a segurança alimentar e ajudam a impulsionar as economias rurais.
Entre as desvantagens e preocupações sobre o setor estão o risco da expansão dos cultivos energéticos vir às custas de uma diminuição da produção de alimentos e aumento de seus preços, além de possíveis desmatamentos causadas pela conversão de novas terras e o impacto em populações indígenas.

Uso de energia eólica em Cuba poupa combustível

Fonte: ForumSolar.eu

Com o emprego de sistemas de aquecedores solares e de painéis fotovoltaicos, em 2010 Cuba produziu energia equivalente ao emprego de dois mil 319,3 toneladas de petróleo, informou nesta terça-feira (17) o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE).

Em seu relatório Energia renovável Cuba 2010, a entidade subscrita ao Ministério de Economia e Planejamento apontou que nesse período a energia produzida ou substituída por dispositivos solares no país foi 7,3 por cento superior à obtida em 2009.
O uso da radiação solar para produzir calor e energia elétrica constitui na nação caribenha uma realidade que a cada dia se incrementa com a instalação de dispositivos fotovoltaicos em áreas rurais e montanhosas, zonas de difícil acesso para as redes do Sistema Eletro-energético Nacional e em sectores priorizados, disse a ONE.
Do mesmo jeito a obtenção de água quente a partir do uso de aquecedores solares permite uma considerável poupança energética, generalizando-se seu uso, fundamentalmente em áreas turísticas e moradias.
Em seu reporte, o Escritório ressaltou que o 89,5 por cento dos sete mil 766 dispositivos solares instalados se encontram em uso e beneficiam, essencialmente, a entidades vinculadas aos sectores de educação e saúde pública.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Geosolar Home, a casa autossuficiente

Fonte: El Mundo - 13.05.2011

Espanha - A Geosolark Home mostra que as casas eficientes energeticamente são possíveis e viáveis. Um projeto de residência que consome pouca energia e, além disso, gera e armazena. Desta forma, o proprietário pode vender o excedente de energia através da rede elétrica geral. O tempo de construção é de três dias. Na feira SIMA, de 2 a 5 de junho, os arquitetos montarão a casa no tempo de duração do evento. Isto é possível através de seu sistema de construção industrializado que reduz, e muito, o tempo de execução das obras.

A residência, com 200 metros quadrados divididos em dois andares, dispõe de um jardim interno que purifica o ar sem precisar abrir as janelas. Esta característica é muito útil em lugares com altos índices de poluição. Possui uma estrutura de concreto celular e madeira laminada. Seu revestimento é de materiais 100% ecológicos, com ventilação cruzada, lâminas de água e vegetação, que formam o triângulo da eficiência energética.

O projeto é baseado na filosofia da bioconstrução, cuja máxima é obter residências ecoeficientes, capazes de reduzir ao máximo sua pegada ambiental. Construção sustentável, que se baseia em princípios como o projeto em função das necessidades, uso de materiais biocompatíveis, otimização dos recursos naturais ou implantação de sistemas para a economia. Este último é um dos pontos fortes para ampliar o desenvolvimento desse tipo de residência com impacto ambiental nulo, que na Alemanha representa 30% da cota de mercado, mas na Espanha não existe.

Lar compacto lar: viva em uma casa de 3mx3mx3m

Fonte: The Age - 13.05.2011

Austrália - Se você quer reduzir drasticamente sua pegada ambiental, o Projeto Cubo, que consiste em um espaço habitável de apenas 27 metros cúbicos, é a escolha certa. No entanto, a casa compacta desenvolvida pelo Dr. Mike Page não serve para claustrofóbicos. O protótipo, chamado de QB1, foi lançado recentemente no Festival de Ciências de Edimburgo 2011, na Escócia. O Dr. Page diz que sua meta é criar um espaço no qual uma pessoa - no máximo duas - possa viver de modo confortável e moderno, com o mínimo impacto ambiental.

Como um quebra-cabeças, Page trabalhou engenhosamente para reunir os elementos essenciais de uma casa funcional. Os elementos básicos do Bube são uma área de jantar/lounge, um banheiro, uma cozinha e um quarto. Tem até espaço para uma máquina de lavar. A casa é dividida em três andares, ligados por uma escada que economiza espaço, eliminando paredes desnecessárias. O lounge tem cadeiras personalizadas que servem como sofá, possuem baú embutido e podem ser separadas para acompanhar uma pequena mesa. No andar de cima, no banheiro, tem um vaso sanitário e um chuveiro. A cozinha fica no mesmo andar e tem uma pequena geladeira, um fogão, uma pia e um armário. Poucos passos acima levam a uma pequena cama de casal.

A construção da casa priorizou materiais sustentáveis e tecnologias de alta eficiência. Iluminação com LEDs altamente eficientes, televisor LED de baixo consumo de energia, geladeira com classificação A++, ventilador com recuperação de calor e máquina de lavar ecologicamente correta ajudam a minimizar o uso da energia elétrica. A casa foi projetada para conservar o calor no inverno e permanecer fresca no verão, com paredes, pisos e telhas muito bem isolados e camada tripla de vidro nas portas e nas janelas. As únicas conexões que a estrutura exige são a de rede elétrica e a de água. O objetivo é mostrar que muitas das tecnologias que precisamos já estão facilmente disponíveis e a um preço acessível.

O verde toma conta dos edifícios

Fonte: Estadão - 13.05.2011

Brasil - Além da busca por terrenos e mão de obra qualificada, a construção civil destaca entre suas prioridades a implantação de projetos sustentáveis e de alto controle ambiental. Daí os prédios verdes apresentarem potencial para ganhar as ruas de todo o Brasil, nos próximos anos, e não apenas no eixo Rio-São Paulo.

É entre estes dois estados que hoje se concentram os projetos já aprovados ou em fase de aprovação por parte das entidades que cuidam da comprovação de que eles se enquadram de fato na categoria de construções corretas, tanto do ponto de vista ambiental como econômico.

Os chamados prédios verdes podem ter sua edificação encarecida em cerca de 5% a 10%, conforme o grau de rigor e sofisticação observado, mas seus benefícios em muito ultrapassam esse gasto adicional, garantem especialistas. Paralelamente a ambientes mais saudáveis e produtivos, permitem reduções de até 40% no consumo de energia e de 50% no de água. E mais: diminuem em até 90% o descarte de resíduos e em 35% a emissão de gás carbônico.

A França já enquadrou pelo menos 800 mil unidades habitacionais como de alta qualidade ambiental ou 50 milhões de metros quadrados desde 1990. Os Estados Unidos certificaram mais de 2,4 mil imóveis desde 1998 e o Brasil calcula ter fechado 2010 com algo entre 250 e 300 prédios em processo de certificação. Por sinal, essa preocupação por aqui já chegou inclusive aos estádios de futebol: Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Manaus (AM) e Cuiabá (MT) já requisitaram a certificação para os seus estádios onde ocorrerão jogos da Copa do Mundo 2014. Também o Rio, Salvador (BA), Recife (PE) e Natal (RN) mostraram interesse em atender aos requisitos para receberem a certificação em suas arenas.

Normas
Cerca de vinte empresas dão hoje consultoria para a certificação dos verdes no País. Aqui, a construção civil se depara com cerca de 950 normas, muitas delas já voltadas para o controle e redução de impactos ambientais. A certificação se dá, sobretudo, pelo processo americano Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) ou pelo Aqua (Alta Qualidade Ambiental). A certificação Leed é concedida pelo Green Building Council Institute. De 69 exigências, o imóvel precisa obedecer a pelo menos 26 para receber o selo. Uma agência bancária na Granja Viana, em São Paulo, foi o primeiro imóvel na América Latina a receber essa certificação em 2007. Recentemente também recebeu o selo a construção de 37 mil metros quadrados, um empreendimento de quatro torres na Avenida Nações Unidas.

O selo Aqua, baseado no sistema francês, foi desenvolvido no Brasil em 2008 pela http://www.vanzolini.org.br/ Fundação Vanzolini. É concedido com base em 14 critérios de sustentabilidade, que levam em conta a ecoconstrução, ecogestão, conforto e saúde. Preocupa-se com os impactos ambientais, escolha integrada de produtos, sistemas e processos construtivos e até com um canteiro de obras de baixo impacto.

Ao lado do conforto de quem vai trabalhar ou morar no edifício, o Aqua requer obras que assegurem qualidade do ar e da água, além da sustentabilidade dos ambientes. Todos os materiais a serem empregados e métodos de construção devem assegurar economia e bem-estar para seus futuros proprietários, locatários e funcionários, dos metais sanitários aos pisos e iluminação, por exemplo.

Petrobras e Abesco anunciam 8ª edição de Congresso de Eficiência Energética

Fonte: Abesco - 05.2011

Brasil - A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) anuncia a realização da 8ª edição do COBEE (Congresso Brasileiro de Eficiência Energética) com patrocínio da Petrobras, uma das maiores companhias globais de energia. O congresso vai sediar também a ExpoEficiência Energética 2011, exposição de equipamentos, tecnologias, produtos e serviços voltados à eficiência energética. Os dois eventos serão realizados em São Paulo, nos dias 1 e 2 de junho.

A expectativa da organização do COBEE é receber cerca de 700 congressistas, vindos de empresas que desenvolvem tecnologia e serviços para a conservação e melhor uso da energia gerada no país. Entre os temas que serão debatidos, destaque para o Plano Nacional de Eficiência Energética e o Plano de Mudanças Climáticas.

Mais informações sobre o 8º COBEE estão no site oficial do evento www.metodoeventos.com.br/8eficienciaenergetica

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Eficiência energética evita 350 milhões de euros em importações de petróleo

Fonte: Diário Económico - 27.04.2011
Portugal - Portugal já atingiu 37% das metas traçadas para 2015 no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), tendo ultrapassado em 102% os objetivos para 2010.

O valor da eficiência energética alcançado durante o último ano foi de 657 mil toneladas equivalentes de petróleo (tep), uma economia equivalente ao consumo estimado de combustíveis, durante dois anos, na auto-estrada entre Lisboa e o Porto.

Na ótica financeira, a eficiência energética alcançada corresponde a uma redução de 4,9 milhões de barris de petróleo. O mesmo é dizer que traduz uma economia anual superior a 350 milhões de euros na fatura energética com o exterior.

Os resultados, apresentados pela Agência para a Energia, demonstram que os portugueses estão mais sensíveis às questões da eficiência energética nos seus edifícios de residência e trabalho. Na área da mobilidade verifica-se que utilizam mais e melhor os transportes públicos, com oito milhões de novos passageiros captados. Já na indústria energeticamente mais intensiva começam a registrar bons resultados decorrentes das medidas de eficiência implementadas.

Apesar dos progressos registrados, Carlos Zorrinho, secretário de Estado da energia e Inovação não tem dúvidas: "É no setor dos transportes e no Estado que deve ser feito um esforço adicional. Tem que se melhorar os transportes coletivos e fomentar a utilização de veículos híbridos e a mobilidade elétrica".

Olimpíadas de Londres publica relatório de sustentabilidade

Fonte: Energy Saving Trust - 28.04.2011

Reino Unido - Um relatório de sustentabilidade sobre as Olimpíadas 2012 em Londres foi publicado, destacando de que forma os Jogos estão demonstrando seu comprometimento com a baixa emissão de carbono. Encomendado pelo Comitê Organizador Londres 2012, o estudo conclui que a construção do Parque Olímpico está "abrindo caminho" em termos de sustentabilidade, enquanto os Jogos em si também estão a caminho da eficiência energética.
O projeto foi feito para reduzir as emissões de carbono do Parque Olímpico pela metade em 2013 e para reduzir o consumo de água nas casas da Vila Olímpica em 35%, em relação ao consumo médio. As construções permanentes também foram projetadas para obter a classificação Excelente da certificação para construções sustentáveis BREEAM, enquanto a Vila Olímpica será construída sob o Nível 4 do Código de Casas Sustentáveis, tornando-as altamente eficientes energeticamente. No entanto, o estudo confirmou que o plano de oferecer 20% de toda a demanda energética pós-jogos através de fontes renováveis não será alcançado.

Como diminuir os desperdícios com energia elétrica

Fonte: O Debate - 27.04.2011

Brasil - O 8º COBEE (Congresso Brasileiro de Eficiência Energética) será o evento que irá difundir novas tecnologias e oportunidades para que as empresas tornem-se mais eficientes e lucrativas.
A experiência nacional e internacional aponta que a taxa de retorno do investimento em eficiência energética é muito expressiva, mostrando que o desperdício de energia é um grande ralo por onde se esvai parte do lucro.
Por isso, empresas e países de todo o mundo estão adotando a gestão eficiente da energia como uma das principais ferramentas para a melhoria de sua competitividade. Reduzindo desperdícios de eletricidade, gás natural e outros energéticos, estão gerando significativas margens adicionais de rentabilidade.
Conhecer as soluções utilizadas pelas principais empresas e acompanhar esse movimento tecnológico é essencial para empresários e administradores que
percebem que o sucesso nos negócios está ligado à busca contínua por eficiência.
A seguir, alguns temas que serão debatidos no 8º COBEE: Plano Nacional de Eficiência Energética e Planos de Mudanças Climáticas – risco ou oportunidade?; ISO 50001 – Gestão de Energia: caminhos para implantação da norma utilizando as bases existentes das ISOs 9001 e 14001 e sua incorporação nos sistemas de gestão empresarial e de sustentabilidade; Financiamento do investimento em processos industriais de menor emissão de GEE e em eficiência energética; Gestão Energética Integrada na Indústria. Casos de sucesso; Eficiência energética em processos industriais e utilidades: vapor, sistemas de aquecimento, produção de frio, ar comprimido, sistemas hidráulicos e tratamento de efluentes; Eficiência energética em instalações elétricas: transformadores e subestações, rede elétrica interna, acionamento de motores, iluminação, sistemas de ventilação e condicionamento de ar, elevadores, pontes rolantes e escadas rolantes; Eficiência energética em processos térmicos e de combustão não elétricos: caldeiras, fornos e estufas; Fontes de financiamento para projetos de eficiência energética. Como realizar projetos em parceria com Escos ou financiados pelo BNDES – Proesco e Finame, MCT – FINEP ou Nossa Caixa Desenvolvimento.
Para mais informações contate a equipe de comercialização nos telefones (11) 2861.3092 / (11) 8331.6717 e no e-mail. expoeficiencia@metodoeventos.com.br

Chaminé solar pode reduzir a conta de luz

Fonte: Correio do Brasil - 28.04.2011

Brasil - Morar em um país como o Brasil, onde cada região possui um clima diferente, pode ser bom para uns e ruim para outros. Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) sobre chaminés solares, no entanto, pode ajudar a refrescar quem vive em áreas mais quentes.
A chaminé solar desenvolvida pelo professor Maurício Roriz e seus orientandos Fernando Sá Cavalcante e Letícia de Oliveira Neves, do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da UFSCar, adota o mesmo princípio de um aquecedor solar de água e pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.
"A chaminé funciona como um coletor solar: os raios solares atravessam um vidro e aquecem uma placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. Assim, o calor entra, mas não consegue sair", disse Roriz.
Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente.
"Na chaminé solar, em vez de água passa o ar", disse.
Esse ar-condicionado natural se baseia no chamado “efeito chaminé”: no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.
"Trata-se, portanto, de um processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento", comentou Roriz.

Arquitetura bioclimática

Por uma conjugação de diversos fatores, as cidades se tornam cada vez menos confortáveis, provocando as chamadas ilhas urbanas de calor.
"Além dos obstáculos à ventilação natural, as áreas com pavimentação impermeável crescem, invadindo os espaços onde havia parques, bosques e jardins, cuja vegetação contribuiria significativamente para amenizar o clima", disse o pesquisador.
De modo geral, os edifícios também não são projetados e construídos de modo a favorecer os processos naturais de promoção do conforto térmico. O uso
indiscriminado do vidro, sem o devido sombreamento, transforma a edificação em verdadeiro coletor solar.
"Tentando se proteger, o usuário fecha cortinas, interrompendo a ventilação natural e escurecendo o ambiente. Então, acende lâmpadas, que também geram
calor, assim como os outros equipamentos elétricos que usamos em nossos escritórios e residências. Desse círculo vicioso resultam desconforto e desperdício de energia", disse Roriz.
Segundo ele, existem diversas técnicas e estratégias, denominadas bioclimáticas, que poderiam contribuir para elevar a qualidade dos edifícios, mas que ainda são pouco conhecidas e aplicadas no Brasil. Essas técnicas têm como objetivo contribuir com a preservação do meio ambiente e a eficiência energética do ambiente construído, obtidas por meio do uso racional dos recursos naturais, além de proporcionar o conforto térmico aos ocupantes das edificações.
A chaminé solar é uma das técnicas da arquitetura bioclimática, assim como as coberturas “verdes” (uso de vegetação sobre as coberturas das edificações), a refrigeração evaporativa (sistema natural de resfriamento baseado na evaporação da água) e a inércia térmica do solo e dos sistemas construtivos (que guarda o calor nas horas quentes para combater o frio das madrugadas, ou vice-versa).
De acordo com Roriz, é possível construir edifícios confortáveis sem condicionador de ar, aproveitando a ventilação natural.
"Os condicionadores convencionais de ar ressecam o ambiente e prejudicam o sistema respiratório humano, além de impactarem negativamente o meio ambiente. A chaminé solar proporciona ventilação, sem consumir eletricidade e sem agredir a natureza", afirmou.
Como um dos resultados da pesquisa, o professor desenvolveu um software, chamado Chaminé, que calcula a ventilação provocada por diferentes situações de uma chaminé solar, contém dados climáticos de mais de 300 cidades de todo o país e pode ser baixado gratuitamente no endereço www.roriz.eng.br/download_6.html.

Senador pede reflexão sobre consumo de energia

Fonte: Correio do Brasil - 29.04.2011

Brasil - Lembrando os 25 anos do acidente nuclear de Chernobyl, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) sugeriu uma mudança de mentalidade em relação à questão da energia. Ele propôs uma reflexão que fosse além da discussão sobre fontes alternativas – como a nuclear, a eólica e a solar – e incluísse também a redução do consumo.

Cristovam lembrou que a energia nuclear parece limpa e ideal, mas ressaltou que o acidente de Chernobyl e o mais recente no Japão mostraram que há grandes riscos. Ele se referiu aos danos “invisíveis” provocados pela radioatividade à população e à Terra. O senador disse que todos os pilotos de helicóptero e todos os bombeiros que participaram das operações iniciais de combate à fuga de radiação em Chernobyl morreram em poucas semanas.

"Pequenos gestos permitem a gente ter energia sobrando. Vou dar o exemplo daqui, de onde nós estamos. Outra arquitetura permitiria a gente ter o mesmo conforto com menos energia. O fato de termos um Congresso como se fosse uma caverna, onde toda luz depende da energia produzida pelo homem, não pelo sol, onde precisamos do oxigênio que vem pelo ar-condicionado, porque aqui dentro não tem oxigênio suficiente para todos respirarmos… Outra arquitetura já permitiria reduzir o consumo de energia", disse Cristovam.

Quanto à energia nuclear, o melhor caminho, segundo o senador, seria implantar uma moratória de 30 anos no uso dessa fonte, até que a engenharia seja capaz de garantir mais segurança às usinas. Enquanto isso, sugeriu, o país poderia investir mais em energia eólica e solar.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Mude os hábitos e anule o aumento na conta de luz


Fonte: Pernambuco - 28.04.2011


Pernambuco - Muito cuidado ao esquecer uma lâmpada acesa, perder a noção do tempo debaixo da água aquecida pelo chuveiro elétrico ou deixar a televisão ligada sem ninguém na sala de estar. Entrou em vigor o reajuste na conta de luz e todo o consumo a ser registrado pelo contador de energia ficará 8,04% mais caro. Cortar o desperdício é fundamental para evitar uma sobrecarga no orçamento doméstico provocada pelo aumento da conta de luz. Pequenas mudanças de hábito também podem anular o efeito do reajuste na fatura.

Todo ano a conta de luz passa por um processo de reajuste ou de revisão da tarifa. Desde 2001, após a privatização da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), a conta de luz só baixou uma vez — no ano passado (-8,87%). Na última terça-feira, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologou um dos maiores aumentos já dados à classe residencial desde 2006. Então, vale ficar de olho no consumo para não se assustar com a conta que vier a partir de maio, já com os novos valores.

Na prática, a tarifa de energia por kWh (quilowatt-hora) saltou de R$ 0,4596 para R$ 0,4956. Ou seja, para cada 100 kWh consumidos, será preciso desembolsar R$ 3,60 a mais. Quanto maior o consumo, maior a diferença. Para uma residência que registra 600 kWh por mês, a fatura passará de R$ 275,80 para R$ 297,36 ou R$ 21,56 a mais. A primeira coisa a ser feita é evitar desperdícios no consumo da energia elétrica, como deixar ar-condicionado, televisores e outros equipamentos ligados sem que haja pessoas no local.

Pequenas mudanças de hábitos também podem reduzir a fatura em 8% e, assim, anular os efeitos do reajuste na tarifa. Diminuir em 10 minutos o tempo de banho com o chuveiro elétrico, desligar a televisão por uma hora, trocar a geladeira velha, substituir uma lâmpada incandescente por uma fluorescente e deixar o ar-condicionado ligado por duas horas a menos fazem a diferença no final do mês.

Para montar a sua própria meta de racionamento, primeiro é preciso calcular o consumo do aparelho escolhido para ter uso reduzido. Basta observar qual a potência em watts (W) e multiplicá-la pelo número de horas e, em seguida, pela quantidade de dias em que ficou ligado no mês. Depois é só dividir por 1.000 para ter o consumo mensal em kWh, como vem cobrado na conta de energia. Calcule quantas horas ou minutos você pode reduzir no consumo diário desse aparelho para alcançar a economia pretendida.

No site da Celpe, na seção Informação ao Cliente de Baixa Tensão, há o link “Calcule o seu consumo”, com um simulador interativo. Após escolher o eletrodoméstico, informar quantos equipamentos existem na residência, a quantidade de horas e dias de uso no mês, é simulado o total de kWh mensal que esse aparelho representará no medidor.

Saiba mais - Use o ar-condicionado por duas horas a menos. Para um aparelho de 7.500 BTU/h, isso significa menos 40 kWh ou R$ 19,82. Uma redução de 8% para um consumo mensal de 500 kWh (R$ 247,80).

Troque a geladeira velha, que gasta em torno de 70 kWh, enquanto uma nova consome a metade. Menos 35 kWh na conta é uma economia de R$ 17,35. Uma redução de 8% para um consumo mensal de 437,50 kWh (R$ 216,82).

Troque uma lâmpada incandescente de 100 W por uma fluorescente de 20 W. O consumo (6h/dia) da incandescente é de 18 kWh. E o da fluorescente, 3,6 kWh. Uma economia de 14,4 kWh (R$ 7,14). Uma redução de 8% para um consumo de 180 kWh (R$ 89,20).

Diminua em 10 minutos o tempo do banho com o chuveiro elétrico. Para um modelo com potência de 4.400 W, isso significa menos 11 kWh no seu contador ou R$ 5,45 na conta do mês. Uma redução de 8% para um consumo de 137,50 kWh (R$ 68,14).

Ligue a máquina de lavar em dias alternados. Se a lavagem dura 36 minutos, ao final do mês, serão menos 9 kWh ou R$ 4,46. Uma redução de 8% para um consumo mensal de 112,50 kWh (R$ 55,75).

Se o uso do ventilador de 50 cm for reduzido em uma hora por dia, ao fim do mês, vai gerar uma economia de 7,5 kWh ou R$ 3,17. Uma redução de 8% para um consumo mensal de 93,75 kWh (R$ 46,46).

Utilize o micro-ondas por 12 minutos a menos, ao dia. Isso significa menos 6,9 kWh ou R$ 3,41 ao mês. Uma redução de 8% para um consumo mensal de 86,25 kWh (R$ 42,74).

Reduza em 10 minutos o tempo de passar as roupas e terá uma economia média de 5 kWh ou R$ 2,47. Uma redução de 8% para um consumo mensal de 62,50 kWh (R$ 30,97).

Diminua o tempo de uso da televisão de 28 polegadas por 1 hora e economize 4,5 kWh ou de R$ 2,23. Uma redução de 8% para um consumo mensal de 56,25 kWh (R$ 27,87).

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Geladeira consome menos energia longe do fogão

Universidade Federal de Sergipe
Fonte: Rede Globo - Jornal Hoje - 30.04.2011

Sergipe - Você sabia que a geladeira consome menos energia se ficar longe do fogão? A informação tem explicação científica e em uma universidade de Sergipe os alunos se empenham para descobrir novas formas de economia.

Na Universidade Federal de Sergipe circulam cerca de 14 mil pessoas diariamente. Para aliviar o calorão, faz-se uso de aparelhos de ar-condicionado e ventiladores. A conta de energia elétrica ultrapassava R$ 1 milhão por mês. "A ideia nossa foi diminuir a conta de energia sem diminuir o conforto", disse o pesquisador Milton Cerna.

Os alunos do curso de Engenharia Elétrica começaram mexendo na iluminação. Em muitos ambientes, mais lâmpadas do que o necessário. Foi a partir desse levantamento que eles perceberam que a má utilização de muitos equipamentos estava provocando um desperdício de energia, de cerca de 20%.

Pesava na conta também o fato de a maioria das atividades acontecerem em momentos em que a energia é bem mais cara. A solução foi remanejar horários. E, sem segredos, a redução chegou a R$ 150 mil por mês na conta. Com a economia, foi possível levantar um laboratório novo para as pesquisas do curso.

Conceitos científicos utilizados a favor da economia doméstica. Segundo o pesquisador, fogão e geladeira próximos não combinam. O calor do fogão é capaz de aumentar o consumo de energia da geladeira em até 20%. A borracha ressecada do aparelho é outro vilão. A simples troca reduz o consumo pela metade.

Aparelhos em stand by também demandam energia. Ao final de um mês, dez aparelhos consomem o mesmo que uma lâmpada de 60 W, ligada pelo mesmo período. De acordo com o engenheiro eletricista Maurício Daniel Dantas, "se você seguir à risca, tiver educação e não mantiver luzes acesas desnecessariamente, você pode economizar até 15% no seu consumo".

Veja 12 dicas para ter uma casa ecologicamente correta



Fonte: Band - 30.04.2011

Brasil - A adoção de medidas sustentáveis na hora de construir, reformar ou mesmo no dia a dia pode fazer toda a diferença.

Se você ainda não sabe por onde começar a mudança, a Gaia Projetos Sustentáveis separou 12 dicas práticas de como ter uma casa ecologicamente correta.

Na hora de construir

1- Use tijolo de solo-cimento (ecológico)

O processo de secagem ao sol confere a este produto o título de tijolo ecológico. Sem precisar ir ao forno, o uso deste tijolo em construções de casas médias poupa a queima de 60 árvores. Apesar do preço do milheiro do ecológico ser superior ao tijolo tradicional, ainda é compensador devido à redução de gastos com cimento, madeira e, em muitos casos, massa corrida.

2- Use madeira com certificação de origem

Compre apenas madeira com o selo que confere ao produto a extração sem a degradação de solo e o ambiente do local onde foi retirada. Em média este tipo de madeira custa 15% mais do que a madeira sem certificação de origem. Vale lembrar que não há diferença entre os dois tipos de madeira em termos de qualidade.

Na hora de construir ou reformar

3- Tenha um sistema de energia solar para aquecer a água

A instalação de um sistema de energia solar numa residência possibilita a redução de pelo menos 30% no consumo de energia elétrica. Em média, o investimento neste tipo de equipamento é recuperado em dois anos de economia na conta de luz.

4- Instale um sistema de captação de água de chuva

A captação de água da chuva pode ser o seu maior aliado no futuro, cujas previsões são sombrias para o abastecimento de água. Outra vantagem é a economia na conta.

5- Instale uma estação doméstica de tratamento de esgoto

Este tipo de estação permite a reutilização da água para tarefas que não exijam água límpida como é o caso de limpeza do quintal e lavagem de veículos. A estação é um tipo de sistema mais caro se comparado com o de captação de água da chuva. De acordo com os especialistas, se tiver que decidir entre os dois, escolha o sistema que armazena água da chuva.

No dia-a-dia

6- Use lâmpada fluorescente

Além de durar 10 vezes mais que uma lâmpada incandescente, a fluorescente consome 80% menos energia. Apesar de custar em torno de seis vezes mais que uma lâmpada comum, ainda compensa por conta da sua alta durabilidade.

7- Feche a torneira ao lavar a louça

A recomendação é ensaboar toda a louça primeiro e somente abrir a torneira para enxaguá-la. Saiba que 15 minutos de torneira aberta correspondem a mais de 240 litros de água. A mesma economia também pode ocorrer com o fechamento da torneira ao escovar os dentes e ensaboar o corpo na hora do banho. Outra dica é instalar arejadores nas torneiras da cozinha e dos banheiros, são baratos e podem gerar uma economia de 60%.

8 – Separe o lixo orgânico do reciclável

Na cozinha, vale ter dois lixos, um para depositar os restos de comida e outro para o lixo reciclável como plásticos, papéis, metais e vidros. Esta simples atitude reduz a sobrecarga nos aterros sanitários além de reduzir o consumo de matéria-prima nas indústrias.

9- Use sacolas retornáveis na hora das compras

Leve a sua própria embalagem de casa. Não traga para sua casa sacolas plásticas dos supermercados ou feiras.

10- Dê preferência a eletrodomésticos com selo Procel

O Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) foi criado pelo governo para ajudar o consumidor a escolher produtos que oferecem alta eficiência energética.

11- Prefira produtos naturais

Todo produto industrializado exige, em sua fabricação, o consumo de grandes quantidades de energia. Isto implica na emissão de toneladas de CO2 na atmosfera. Pense nisso!

12 – Plante árvores e plantas

As árvores têm o poder de “sequestrar” o carbono da atmosfera. Plante quantas unidades puder seja no quintal de sua casa, em vasos, ou na praça próxima de sua casa ou trabalho.

Na tomada



Fonte: Jornal do Commercio - 02.05.2011

Brasil - A economia proporcionada, em 2010, pelos equipamentos e eletrodomésticos certificados com o Selo Procel evitaram, segundo a Eletrobras, a construção de usinas que produziriam 316 mil toneladas de CO2, o equivalente ao dióxido de carbono emitido por 108 mil carros em um ano. Em termos de energia, a economia obtida foi de 6,18 bilhões de kWh, o suficiente para abastecer 3,36 milhões de residências.

80 anos presidindo Manhattan



Fonte: El Mundo - 01.05.2011

Estados Unidos - "Neste importante aniversário, o Empire State Building celebra seus 80 anos como símbolo internacional de inovação e engenharia", garantiu o proprietário do imóvel, Anthony Malkin, em comunicado. O que, segundo o dono, é "o edifício de escritórios mais famoso do mundo" comemorou no último domingo, 1º de maio, seus 80 anos de vida, já que em 1º de maio de 1931 o então presidente dos Estados Unidos, Herbert Hoover, pressionou o botão em Washington para inaugurar oficialmente o imponente arranha-céu em estilo artdecor. Com seus 443,2 metros de altura (incluindo o para-raio), levou 410 dias para ser construído, com 40 milhões de dólares em investimento.

O prédio é reconhecido como ícone internacional de desenvolvimento econômico do último século, mas também é o maior consumidor de energia totalmente renovável de Nova York. "Depois de um processo de modernização que precisou de uma série de renovações revolucionárias", explicou Malkin, "o edifício oferece experiências sem precedentes para seus ocupantes e para os milhões de pessoas que visitam seus observatórios anualmente". A reforma exigiu um investimento de 550 milhões de dólares, mas agora representa economia de 4,4 milhões de dólares por ano apenas com custos relacionados à energia. Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001 que destruíram as Torres Gêmeas e motivaram o fechamento ao público de emblemáticos pontos turísticos, como o edifício Chrysler e a Estátua da Liberdade, o Empire State se tornou um dos locais mais populares de Nova York para ver a cidade de cima.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

No Reino Unido, sala de cinema itinerante funciona à base de luz solar

Fonte: Revista Pequenas Empresas&Grandes Negócios

No Reino Unido, uma sala de cinema diferenciada está chamando a atenção dos entusiastas da sétima arte. O Cinema Sol é um espaço sustentável itinerante, montado em um trailer com funcionamento 100% à base de energia solar.

Com capacidade para oito adultos e 12 crianças, a estrutura possui um painel solar e baterias de lítio, que alimentam o projetor LED. A iniciativa é parte de um projeto sem fins lucrativos e está disponível para organizações que desejam mostrar curtas-metragens em sua comunidade local. Ele já percorreu vários festivais de música e das artes no Reino Unido.
Reportagem de 12/01/2011