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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Participe da Coleta Seletiva! Separe seu Lixo!




Fonte: GREATS
Itaperuna - Você ajuda a preservar o Meio Ambiente e ainda ajuda as obras Sociais do Centro Sócio Cultural Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Veja como é fácil participar da coleta seletiva!
Você coloca todos os materiais recicláveis em um saco ou caixa, separada do lixo orgânico e rejeitos.
O óleo de fritura usado não deve ser jogado no ralo da pia ou vaso sanitário, pois provoca o entupimento das tubulações de esgoto, assim armazene-o em garrafas PET e quando encher o recipiente coloque junto aos demais materiais recicláveis para coleta.
A ITAPLASTIC coletará os RECICLÁVEIS em sua residência e enviará para o centro de triagem, onde serão separados, compactados e vendidos para indústrias recicladoras.
Para o lixo comum, que continuará sendo coletado pela rede de caminhões de lixo pública, devem seguir os resíduos orgânicos como sobra de alimentos, cascas de frutas, verduras, folhas e também os rejeitos como pó de varrição, papel higiênico, lenços, fraudas descartáveis, absorventes, fotografias, louças, porcelanas e papéis engordurados.
Com essa atitude economizamos os recursos naturais e geramos emprego e renda nas indústrias de reciclagem.

Caso tenha dúvida sobre a classificação dos materiais, consulte o guia de materiais recicláveis e não recicláveis abaixo:


Você não precisará armazenar os recicláveis separadamente. Bastará apenas um saco ou caixa para os recicláveis, separando-os assim do lixo úmido (orgânico e rejeitos).

Se você tiver alguma dúvida, crítica ou sugestão, entre em contato com a ITAPLASTIC.
Tel.: (22) 3822-7961 / (22) 3824-5060 / (22) 9243-7811 / (22) 9243-7957 ou (22) 9243-7813.

Sua atitude garantirá mais qualidade de vida para a cidade!

ENTRE EM CONTATO PARA AGENDAR O DIA DA SEMANA EM QUE SERÁ COLETADO SEU LIXO RECICLÁVEL!
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OBS.: este trabalho é uma parceria do Centro Sócio Cultural Nossa Senhora do Rosário de Fátima e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.




terça-feira, 8 de novembro de 2011

Placa de circuito gera mais de 17 metais na reciclagem

Fonte: Jornal do Brasil
Ouro e prata são alguns dos metais preciosos encontrados nas placas de circuito e recuperados pelo processo de reciclagem









O Brasil tem avançado na área de reciclagem de eletroeletrônicos, mas uma parte dos materiais ainda não pode ser recuperada no País: as placas de circuito. Placas mãe e placas de vídeo, no caso dos computadores, assim como os componentes que controlam televisões, monitores e impressoras têm uma série de metais em sua estrutura, e a reciclagem desses itens exige, pois, a separação de cada um, para posterior reaproveitamento.
Há ao menos 17 metais nessas placas, entre pesados, preciosos e de base. Alguns deles até têm tecnologia no país para reciclagem, mas quando todos estão juntos, a recuperação só é feita por cinco empresas no mundo. Uma delas é a Umicore, com sede na Bélgica, que processa 350 mil toneladas de materiais por ano.
As placas brasileiras provêm, principalmente, de equipamentos de informática - computadores, periféricos e acessórios -, e o restante vem de celulares, televisões e sistemas de áudio. São Paulo é o que mais envia sucata eletrônica, mas isso porque, segundo o gerente de desenvolvimento de negócios da Umicore no Brasil, as maiores empresas estão no estado - as menores, por não terem condições de fazer a exportação por si, acabam enviando materiais para a região sudeste, para que sejam destinados à Europa.
Processo de separação
Segundo o gerente de desenvolvimento de negócios da Umicore no Brasil, Ricardo Rodrigues, o processo de reciclagem começa com a etapa de amostragem. O material recebido é triturado, formando uma mistura homogênea, de onde se retira uma amostra. No laboratório, são identificados os metais contidos no lote de lixo eletrônico, o que determina quanto as empresas que entregaram a sucata vão receber pelo material. Além disso, os números servem para saber a quantidade de recursos naturais que se está economizando, ao recuperar o que já foi extraído e colocar os componentes de volta no ciclo de produção.

Então vem a etapa de refino, ou seja, de separação de cada um dos metais. O primeiro passo é fazer lotes maiores, o que significa juntar a massa homogênea de placas de circuito, por exemplo, com outros tipos de lixo, não necessariamente eletrônico, que também têm metais em sua composição: subprodutos de processos químicos, catalizadores automotivos e resíduos da indústria petroquímica, por exemplo.
Esses lotes maiores passam então por três linhas de processo, onde há os chamados metais coletores. Eles recebem esse nome porque funcionam como espécies de imãs, atraindo outros metais. O cobre, por exemplo, atrai ouro, paládio e selênio, entre outros, então nesta etapa do processo esses metais vão formar uma liga. O que "sobrou" segue para a próxima linha, de chumbo, em que metais como prata, estanho e bismuto vão formar outra liga. E da mesma forma, o restante do material vai para a terceira linha, onde o níquel vai atrair platina e ródio, por exemplo.
A fase seguinte ocorre em três diferentes espaços, onde cada uma das três ligas formadas vai ser separada. Cada material tem características químicas que o diferem dos outros, o que possibilita que eles sejam, um a um, destacados do restante da liga.
O que difere a tecnologia da Umicore de outras presentes no mundo é justamente a unificação das três linhas, com os três metais coletores, na mesma planta de reciclagem, explica Rodrigues. "Se você tivesse o cobre, por exemplo, como principal coletor, seria possível recuperar alguns metais, mas os outros não", detalha.
Ao final do processo de reciclagem, os metais estão como novos, e podem ser usados pelas mesmas indústrias que utilizam o material recém-extraído. Rodrigues destaca que, com isso, economiza-se a natureza de quatro formas diferentes, entre elas evitando que novos materiais sejam retirados da natureza, e impedindo que metais pesados sejam jogados em aterros sanitários sem tratamento e acabem contaminando o meio ambiente.
A indústria de reciclagem tem também uma preocupação com a sua própria emissão de poluentes. Os materiais que serão reciclados são sempre analisados previamente, segundo Rodrigues. "Conhecemos as empresas que vão fornecer o material para reciclagem, e avaliamos o que é necessário para recuperar o material, e se isso não oferece risco também às pessoas que vão trabalhar no processo", explica.
Além disso, as partes que não recicláveis acabam usadas em outros processos. O plástico contido nas placas de circuito, por exemplo, é queimado para gerar energia para outras etapas da reciclagem. Tudo, afirma Rodrigues, com controle de emissões de gases e de poluentes. Em outra frente, a planta tem sistema de recolhimento de água da chuva e lavagem dos solos, que passa por tratamento e é usada novamente para molhar as pilhas de materiais e resfriar o maquinário da unidade. O processo é certificado por órgãos ambientais europeus.
Depois da reciclagem
Os materiais reciclados em alguns casos voltam para suas indústrias de origem. É o que em geral acontece com platina, paládio e ródio, por exemplo, reciclados de catalizadores e que depois podem ser usados para a fabricação de novos catalizadores. Os produtos utilizaados em baterias também são reaproveitados pela mesma indústria.
No caso da Umicore, que possui, além das usinas de reaproveitamento, indústrias de baterias, catalisadores e materiais de construção, uma parte do material é consumida pela própria empresa. Quando há excedente, ou quando o produto fruto da reciclagem não faz parte da cadeia produtiva da empresa, os materiais são vendidos para outras indústrias. Os setores de eletroeletrônica, de pigmentos, de fertilizantes e de automotores são os principais clientes da Umicore. Fabricantes de bateria também compram os componentes reciclados.
Quanto aos preços, Rodrigues explica que metais preciosos são cotados pela bolsa, então o valor dos materiais recém-extraídos ou reciclados é o mesmo. Os custos do processo são pagos em parte pelas empresas que recolhem o material e em parte pelas que reciclam. "A companhia paga para a Umicore reciclar, mas depois de ver quanto vale o material, ela recebe o valor descontado o custo", simplifica. Se, por exemplo, a manufatura reversa custou R$ 20 mil, e os produtos finais valem R$ 100 mil, a empresa que recolheu o material recebe R$ 80 mil.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Os custos dos sistemas solares fotovoltaicos caíram a um ponto no qual são menores do que projetos de novas usinas nucleares

Fonte: The New York Times
Pela primeira vez na história, custo da energia atômica fica acima das energias eólica e solar. O sistema fotovoltaico se tornou uma alternativa de baixo custo a novas usinas nucleares.
Sistemas solares fotovoltaicos foram por muito tempo apresentados como uma forma limpa de gerar eletricidade, porém cara se comparada com outras alternativas, do petróleo à energia atômica. Não mais. Numa “passagem histórica”, os custos dos sistemas solares fotovoltaicos caíram a um ponto no qual são menores do que projetos de novas usinas nucleares, de acordo com um relatório publicado em julho. “O sistema fotovoltaico se tornou uma alternativa de baixo custo a novas usinas nucleares”, conforme o estudo chamado Custos Solares e Nucleares, de John Blackburn, professor de economia da Universidade Duke, na Carolina do Norte, e Sam Cunningham, um aluno de graduação. A passagem ocorre quando o preço do kilowatt/hora chega a 16 centavos de dólar.
Enquanto o custo da energia solar vem declinando, os custos da energia nuclear aumentaram nos últimos oito anos, disse Mark Cooper, pesquisador de análise econômica da Universidade de Vermont. A estimativa de custos de construção – cerca de 3 bilhões de dólares por reator em 2002 – vem sendo revisada regularmente para cima, para uma média de 10  bilhões de dólares por reator, e as estimativas apontam que continuaram subindo, disse Cooper, um analista cuja especialidade é avaliar os preços da energia nuclear.
Identificar o custo real de tecnologias de geração de energia é complicado por causa da amplitude dos subsídios e renúncia fiscal envolvidos. Como resultados, os contribuintes e usuários americanos podem terminar gastando centenas de bilhões de dólares ou até trilhões de dólares a mais que o necessário para alcançar uma ampla oferta de energia de baixo carbono, se propostas legislativas no Congresso americano levarem à adoção de um ambicioso programa de desenvolvimento nuclear, registrou um relatório em novembro passado.
O documento Todos os Riscos, Nenhuma Recompensa para os Contribuintes, foi a resposta para uma lista desenvolvida pelo Instituto de Energia Nuclear, um grupo industrial. O instituto defendeu um mix de subsídios, créditos de impostos, garantias de empréstimos, simplificações de processos e suporte institucional em larga escala.
Em nível estadual, a indústria pressionou para o caso de “obra em progresso”, um sistema de financiamento que obriga os usuários de eletricidade a pagar o custo de novos reatores durante a construção e, por vezes, ainda no estágio de projeto. Com longos períodos de obras e atrasos frequentes, isso pode significar que os usuários de eletricidade comecem a pagar preços mais caros 12 anos antes que as usinas produzam eletricidade.
Entre 1943 e 1999, o governo americano pagou perto de 151 bilhões de dólares (valores de 1999), em subsídios para energia eólica, solar e nuclear, como escreveu Marshall Goldberg, do Projeto de Políticas de Energia Renováveis, uma organização de pesquisa de Washington. Desse total, 96,3% foram para a energia nuclear, segundo o relatório. Segundo Mark Cooper, ainda assim tais custos são insignificantes em comparação com os riscos financeiros e subsídios que podem acompanhar a próxima onda de construção de usinas nucleares.
A agência classificadora de riscos Moody’s mencionou os riscos de novas usinas nucleares em um relatório de 2009. “A Moody’s avalia adotar uma visão negativa para a construção de novas centrais nucleares”, registra o documento. Historicamente, a maioria das novas construções nucleares recebeu avaliações negativas, às vezes várias. “Ninguém construiu um reator contemporâneo, usando padrões contemporâneos, portanto ninguém tem experiência para estar confiante de quanto isso vai custar”, disse Stephen Maloney, um consultor da indústria.
O risco de mercado foi agravado com a recente recessão. “A crise atual diminuiu a demanda por energia mais do que a crise do petróleo dos anos 1970”, disse Cooper.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

As 10 cidades mais sustentáveis do mundo


Se transformar em uma cidade sustentável está longe de ser uma tarefa fácil, mas também não é impossível.

((o)) Eco selecionou 10 localidades que podem até não serem ecologicamente perfeitas, mas são exemplos de que é possível diminuir o impacto ambiental de um centro em urbano optando por um planejamento que inclua o verde em sua paisagem e preze por formas mais sustentáveis de organização.

Confira a seguir o que foi ou tem sido feito para tornar essas urbes mais “verdes”.



1.Reykjavik, Islândia

Há mais de 50 anos a Islândia tem se empenhado em diminuir sua dependência de combustíveis fósseis aproveitando seu potencial natural para a geração de eletricidade. Não é de se estranhar que sua capital seja 100% abastecida por energia limpa e de baixo custo. Parte dos veículos da cidade já são movidos a hidrogênio, tendência que deve aumentar ainda mais. O país está investindo pesado nessa tecnologia e pretende se tornar  uma “economia do hidrogênio” nas próximas décadas. No mês passado, foi posto em prática um experimento perto das usinas geotérmicas de  Reykjavik  para testar a viabilidade de se estocar carbono criando emendas de calcário no subsolo. Se tudo ocorrer como esperado, o dióxido de carbono ficará permanentemente aprisionado no solo, o que deve permitir que usinas geotérmicas se livrem dos dióxidos de carbono que elas trazem das profundezas e se tornem efetivamente neutras.



2.Malmö, Suécia

 Pioneira na utilização de energia renovável, Malmö também é apontada como a primeira cidade de Troca Justa da Suécia. Ali, o governo tem incentivado o consumo de mercadorias locais produzidas eticamente, promovendo a conscientização dos seus habitantes sobre a importância de se estabelecer um mercado justo e sustentável. A cidade recicla mais de 70% do lixo coletado e os resíduos orgânicos são reaproveitados para a fabricação de biocombustíveis que, juntamente com a energia hidrelétrica, solar e eólica, alimenta o Western Harbor, uma comunidade 100% dependente de energia limpa. Além disso, Malmö possui mais de 400 quilômetros de ciclovias em seu território ­– cinco quilômetro s a mais Copenhague, na Dinamarca–, sendo a cidade sueca com maior número de vias para ciclistas. No ano passado, o uso das bicicletas aumentou 11% e 40% dos deslocamentos relacionados ao trabalho foram feitos utilizando a magrela.



3.Vancouver, Canadá


Líder do ranking das cidades mais habitáveis do mundo por quase dez anos, Vancouver é a cidade norte-americana com amenor pegada de carbono. Mais de 200 parques esverdeam a sua área urbana e pelo menos 90% da sua energia já provém de fontes renováveis. Em 2005, o governo colocou em prática uma estratégia para que todos os edifícios construídos na cidade oferecessem uma melhor performance ambiental. Desde então, disponibiliza para a população todas as informações necessárias sobre como diminuir o impacto de suas residências e oferece incentivos para que seus habitantes façam uso de energia solar. Até 2020, a cidade pretende neutralizar toda a emissão de gases estufa proveniente dos seus edifícios, que hoje são responsáveis por 55% das emissões de Vancouver.


Por quase 10 anos, Vancouver liderou o ranking das cidades mais habitáveis do mundo.



4.Copenhague, Dinamarca

Quando o assunto é ecocidade, Copenhague é um dos principais nomes que devem vir à sua cabeça. No ano passado, ela ficou entre as cidades Mais Habitáveis do mundo, de acordo com a classificação da revista Monocle, e faturou o título de Melhor Cidade para Ciclistas. Cerca de 40% de sua população pedala diariamente para se deslocar pela área urbana e foi lá que surgiu pela primeira vez o empréstimo público de bicicletas. Desde 1990, a cidade conseguiu reduzir suas emissões de carbono em 25% e até 2015 o governo pretende transformá-la na ecometrópole número um do mundo. Além do investimento em fontes limpas de energia – lá foi inaugurada, em 2001, um dos maiores parques eólicos marítimos do mundo –, Copenhague é elogiada pelos esforços desenvolvidos na última década para manter as águas de seu porto limpas, local tão seguro que hoje pode até receber banhistas.



5.Portland, Estados Unidos

Ela tem inspirado outros centros americanos a incluir espaços verdes em seu planejamento urbano. Para conservar os áreas vegetativas em sua volta, foi estabelecido um limite para o avanço da urbanização da cidade, que conta com 92 mil acres de  área verde  e mais de 300 quilômetros de ciclovias. Portland foi a primeira cidade dos Estados Unidos a aprovar um plano para reduzir as emissões de dióxido de carbono e tem promovido sistematicamente a construção de prédios verdes. Além disso, cerca de 40% de sua população utiliza ou a bicicleta ou o transporte coletivo para ir ao trabalho e, desde de outubro, o governo recolhe os resíduos orgânicos, que são enviados para centros de compostagem. Hoje, metade da energia utilizada pela cidade é obtida a partir de fontes limpas, como a luz solar e o aproveitamento de resíduos para a produção debiocombustível.



6.Bahia de Caráquez, Equador

A Bahia de Ceráquez é um verdadeiro paraíso para os ecoturistas. Nos anos 90, o local foi devastado ao ser atingido por um terremoto. Então, o governo e  algumas ONGs decidiram reconstruí-la como uma cidade sustentável. Eles desenvolveram programas para conservar a biodiversidade local e controlar a erosão, implantaram esquemas de incentivo à agricultura orgânica e de reutilização  dos resíduos privados e dos mercados públicos na compostagem. É de lá a primeira fazenda orgânica certificada de camarões.



7. São Francisco, Estados Unidos

Ela foi a primeira cidade americana a banir o uso de sacolinhas plásticas e brinquedos infantis fabricados com produtos químicos questionáveis. São Francisco é também uma das cidades líderes na construção de prédios verdes e já possui mais 100 deles. Quase metade dos seus habitantes utiliza o transporte publico ou a bicicleta para se locomover todos os dias e mais de 17% da população faz bom proveito dos parques e das áreas verdes da cidade. Em 2001, os eleitores aprovaram um incentivo de 100 milhões de dólares para o financiamento da instalação de painéis solares e turbinas eólicas e de reformas para tornar as instalações públicas da cidade mais energeticamente eficientes.


São Francisco foi a primeira cidade americana a banir o uso de sacolas plásticas 



8. Sidney, Austrália

A Austrália foi o primeiro país a banir as lâmpadas incandescentes, substituindo-as por modelos mais energeticamente eficientes. Em Sidney, as emissões de gases estufa diminuíram 18% apenas com a reforma de suas instalações públicas. Além disso, lá foi colocado em prática um projeto de uma rede regional de bicicletas que deve unir 164 bairros. Com essas medidas, o uso da magrela triplicou nas áreas em a rede foi instalada. Também foi em Sidney que surgiu a Hora do Planeta, em que toda a cidade desligou as luzes por 1 hora para chamar atenção para o problema do aquecimento global.



9. Freiburg, Alemanha

Desde que foi reconstruída após a Segunda Guerra Mundial, Freiburg vem experimentando o modo de vida sustentável. É lá que se encontra a famosa Vauban, uma vila de 5 mil habitantes criada para servir de distrito modelo de sustentabilidade. Todas as casas são construídas de maneira a provocar o menor impacto possível no meio ambiente, mas ela é conhecida mesmo por ser uma comunidade livre de automóveis e que incentiva modos mais ecológicos de deslocamento. Em Freiburg também existe uma vila totalmente abastecida por energia solar.



10. Curitiba, Brasil

Ela não é chamada de cidade modelo à toa. Seu eficiente transporte público é utilizado por 70% da população e, se consideradas somente as metrópoles verdes, ou seja, centros urbanos de grande porte, Curitiba só perde para Copenhague no índice de menor emissão de dióxido de carbono per capita e para Vancouver no quesito produção de energia renovável. A cidade possui ainda um bom programa de conservação da biodiversidade e de reflorestamento de espécies nativas e tem uma área verde de 51 metros quadrados por habitante.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Projeto GREATS tem participação na III Mostra de Extensão IFF.UENF.UFF

GREATS
Itaperuna - Aproveitando a VIII Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, na última terça-feira, 18 de outubro, aconteceu no Centro de Convenção da UENF a III Mostra de Extensão IFF.UENF.UFF, contando com a participação de projetos de alunos das três escolas de todo o Noroeste Fluminense.
O GREATS esteve presente como projeto do IFF – campus Itaperuna. Foram apresentados no total 3 projetos do GREATS, sendo: sobre o blog, sobre fogão solar e uma pesquisa realizada com os alunos do 9º ano na rede municipal da cidade de Itaperuna.
O evento proporcionou uma interação com projetos de outras escolas e nos deu a oportunidade de mostrar o desenvolvimento do nosso trabalho.
Professor Adriano, juntamente com o bolsista Jonathan - banner sobre Fogão Solar

Professor Adriano juntamente com a bolsista Thamara - banner sobre o blog GREATS

Professor Adriano juntamente com a bolsista Thamara - banner sobre a pesquisa realizada nas escolas municipais de Itaperuna

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Fontes alternativas de energia viram fonte de renda em ilha da Dinamarca

Vídeo aqui.

Samso se tornou autossuficiente em produção de eletricidade apenas com métodos renováveis. De cada dez propriedades da ilha, sete usam o vento ou o sol para produzir energia.

Eletricidade não é problema para os habitantes de uma ilha da Dinamarca, é fonte de renda. Resultado de investimentos em fontes alternativas de energia, como mostra a reportagem de Marcos Losekkan e Sérgio Gilz.
As vacas ainda estão na fazenda dinamarquesa, mas agora o negócio é outro. “Eu vendo mais eletricidade do que leite”, revela o fazendeiro, que tem motivos literalmente de sobra pra rir.
É o excedente de energia que os cata-ventos instalados na propriedade dele produzem. Eles garantem o funcionamento das ordenhadeiras elétricas, das lâmpadas e dos demais equipamentos. E a sobra de energia gera um faturamento equivalente a R$ 1 milhão por ano, o triplo do que rende o gado.
Mas o fazendeiro não foi o único que descobriu as vantagens da energia limpa no lugar que fica no meio do Mar do Norte. A ilha dinamarquesa de Samso se tornou autossuficiente em produção de eletricidade apenas com métodos renováveis. De cada dez propriedades da ilha, sete usam o vento ou o sol para produzir energia.
Os moradores que não têm espaço para geradores em casa são sócios de usinas comunitárias em alto mar.
Toda a energia que sobra é repassada à rede pública. O dono da casa com painéis solares recebe créditos de eletricidade para gastar no inverno, quando os dias não são ensolarados.
Até o fim do século passado, os 4 mil moradores de Samso importavam petróleo e gás para produzir energia. Agora, usam cabos submarinos para exportar eletricidade para o continente. Isso rende para a associação de moradores R$ 80 milhões por ano, tudo usado em obras sociais. Resultado: a comunidade de Samso tem um dos maiores índices de qualidade de vida do mundo. Quase não existem mais motores à combustão por lá. Os veículos locais, é claro, são elétricos. A poluição ambiental é praticamente zero e a satisfação dos ilhéus não tem limite.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Horário de verão terá início dia 16 de outubro

Fonte: Diário do Nordeste - 02.10.2011
São Paulo - O horário de verão deste ano terá início no dia 16 de outubro e terminará no dia 26 de fevereiro de 2012. Neste período, os brasileiros que moram nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste terão que adiantar o relógio em uma hora.

O horário é adotado no país com o objetivo principal de aliviar as redes de transmissão de energia nos períodos do dia em que o consumo é mais intenso.

Na última vez em que foi adotado, no entanto, o resultado da medida foi inferior ao esperado pelo setor elétrico e em relação à edição anterior. A redução de demanda na última edição foi de 4,4%. No ano anterior, a economia foi maior, de 4,7%.

Desde o ano de 2008, um decreto presidencial estabelece datas fixas para o início e término do horário de verão. Antes, anualmente, era publicado um decreto para definir o período da mudança.

De acordo com o decreto, a mudança no horário ocorrerá, todos os anos, no terceiro domingo de outubro e terminará no terceiro domingo de fevereiro. Se a data coincidir com o domingo de Carnaval - como ocorrerá em 2012 -, o final do horário de verão é transferido para o domingo seguinte.

Como deixar uma casa mais sustentável sem reformas

Fonte: Atitude Sustentável - 29.09.2011
Brasil - Para quem não vai mais construir uma casa, mas ainda assim quer morar em um local com menos impacto no meio ambiente, mudanças graduais podem ser feitas para melhorar o espaço. O importante é lembrar que mudanças bruscas podem gerar resíduos, que também não são necessários. Por isso, use todos os recursos disponíveis até o fim, e então, na hora da troca, opte por opções mais sustentáveis.

Confira a lista de coisas que podem ser feitas no ambiente:

1. Cultive plantas. Jardins, hortas e vasos de plantas são importantes para melhorar a qualidade do ar do ambiente. Por isso, plantar, nem que sejam pequenas mudas, é importante para deixar uma casa mais sustentável. Opte por plantas nativas, que irão apresentar um desenvolvimento melhor e menos cuidados, principalmente se forem as árvores. Já as hortas melhoram também a qualidade da alimentação.

2. Evite o uso de ar condicionado. Opte por deixar as janelas abertas ou usar o ventilador. Os aparelhos de ar condicionado utilizam muita energia para funcionar. Uma dica também é desligar o aparelho cerca de uma hora antes de sair do local, já que nesse tempo o ar permanecerá fresco.

3. Quando for trocar de móveis, opte por peças feitas de maneira sustentável e tente dar um novo uso para a peça antiga. Se não for mais reaproveitar na sua casa, doe ou venda para alguém. Se não for possível sua reutilização, tente encaminhar diretamente para uma instituição de reciclagem da sua cidade, que dará um encaminhamento correto para os materiais.

4. Troque as lâmpadas por luzes de LED. Elas podem ser mais caras, mas apresentam uma economia de até 40% em relação às lâmpadas fluorescentes e de até 88% com as lâmpadas incandescentes. Além disso, elas duram cerca de cinco anos a mais que os outros dois modelos.

5. Uma mudança simples é escolher um vaso sanitário com duas opções de quantidade de água liberada por descarga, que ajuda a diminuir o consumo desse recurso.

6. Faça a manutenção da sua casa. Pequenos vazamentos de água ou frestas de ar podem aumentar gastos com água e energia.

7. Pinte o seu telhado de branco. A iniciativa faz com que os raios solares sejam refletidos, diminuindo o calor dentro da construção. Além disso, pesquisas mostram que a iniciativa pode ajudar a diminuir o aquecimento global.

8. Quando for comprar eletrodomésticos, escolha modelos que gastem pouca energia. Eles são sinalizados com selos de eficiência do Procel e do Inmetro.

9. Um sistema de reutilização da água da chuva pelas descargas exige um pouco de obra, mas você pode coletar a água em bacias e usar para lavar as calçadas e carros, por exemplo.

10. Melhore a iluminação natural. Mantenha as cortinas abertas durante o dia e posicione móveis de uma maneira favorável. Por exemplo, coloque as escrivaninhas perto das janelas, lateralmente, sendo possível utilizar a luz do sol. Assim, se gasta menos energia elétrica.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

10 conselhos para reduzir seu consumo energético

Fonte: Mundo Energía - 20.09.2011
Espanha - O custo da energia aumenta e isso não vai mudar. O kWh nunca será tão barato como é agora. Então, para continuar a liderar uma organização competitiva, agora é a hora de agir e começar a economizar. No nível corporativo, os custos de energia são uma influência determinante para os resultados, seja maximizando os benefícios ou contribuindo para as perdas.

O Software de Gestão Energética é uma ferramente econômica para combater o crescente consumo de energia. Faz com que o consumidor passe de uma fatura mensal para informações mais detalhadas sobre seu consumo e subconsumos de forma integral. Com base na importância de reduzir o consumo de energia, uma empresa de softwares de Barcelona determinou dez diretrizes básicas para a eficiência energética.

A primeira delas é a conscientização e a gestão. Em ambientes de trabalho, existem centenas de interruptores, tomadas e termostatos que são regulados por pessoas que agem sozinhas. Conscientizar as pessoas sobre como ser mais eficiente é um bom começo. Feito isso, analisar seus hábitos de consumo durante o dia, estudando suas variações e encontrando os momentos em potencial de redução do consumo energético também é importante. Além disso, é preciso também enteder a cobrança de sua concessionária de energia e verificar suas faturas. Realize um estudo anual sobre seu consumo e otimize seu contrato com sua concessionária.

Evitar deixar aparelhos ligados no modo stand-by também ajuda a reduzir o consumo. Normalmente, entre 30% e 40% do consumo total de energia de uma residência é produzido nas horas de não utilização dos aparelhos eletrônicos. Para não pagar mais pela energia que não se usa, um estudo sobre um fator de potência mensal global de suas instalações permitirá determinar se é ou não rentável instalar bancos de capacitores. Definir metas, ser comunicado cada vez que o consumo for maior do que o estipulado e realizar relatórios energéticos são atitudes que podem garantir a eficiência energética de uma casa ou escritório.

Veículo elétrico: 20,4 mil km para trás

Da Agência Ambiente Energia – A primeira viagem de longa distância de um veículo brasileiro 100% elétrico chegou ao fim na quarta-feira, dia 17 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). O protótipo do Projeto Veículo Elétrico (VE) de Itaipu, um modelo Palio Weekend, rodou 20.400 quilômetros (km), pelas três Américas, passando por 15 países.
A expedição, chamada Zero-Emission, comandada pelo jornalista Paulo Rollo, partiu de Los Angeles, na Califórnia (EUA), no dia 9 de abril, e foi encerrada no Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Movidos a Eletricidade, o Galpão G5 de Itaipu. O Projeto VE é coordenado pelo engenheiro brasileiro Celso Novais, que informou que todos os dados registrados durante a expedição serão cuidadosamente avaliados para a realização de eventuais ajustes no veículo
Além de Estados Unidos e Brasil, o roteiro incluiu México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Paraguai e Argentina.
Durante a expedição, o VE enfrentou condições extremas de piso e de temperatura – como o forte calor de 45ºC da região da Baixa Califórnia, no México, até o frio intenso de -17ºC no extremo norte do Chile, na região da Cordilheira dos Andes.
Segundo Paulo Rollo, o veículo elétrico respondeu 100% ao desafio e não apresentou qualquer problema nos 128 dias de viagem. Ele informou que em média a expedição rodou 300 km a cada 30 horas. Um dos desafios era a capacidade da bateria, com autonomia de 100 km e oito horas de tempo de recarga – o que exigia paradas constantes para que o veículo continuasse rodando.
No balanço final, o VE conseguiu rodar em média 84 km por carga, oscilando de 58 km – em trechos com muitas subidas, por exemplo, que exigia mais da bateria – até 141 km.
Paulo Rollo revelou também que, dos mais de 20 mil km da viagem, o VE foi rebocado apenas por 34 km – com trechos que variaram de 200 metros até no máximo 4 km. Segundo ele, a bateria era usada até o fim e o reboque era, então, necessário para levar o carro até uma tomada ou algum lugar seguro, para ligar o gerador do motorhome – um veículo usado como apoio na expedição.
Para o engenheiro Celso Novais, coordenador do projeto, a expedição foi importante para atestar a robustez do protótipo. Antes desta viagem, o VE tinha feito o percurso até Assunção, no Paraguai, apenas. E, segundo o engenheiro, a expedição provou que o VE está preparado para ir muito mais longe.
Veja imagem do veículo no link abaixo: http://aventura.com.br/wp-content/uploads/2011/04/a5.jpg