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quinta-feira, 11 de março de 2010

Crédito "Verde" para Empresas em São Paulo



Fonte: Folha de São Paulo - 05.03.2010
São Paulo - A Nossa Caixa Desenvolvimento, agência de fomento paulista, lançará novas linhas de financiamento no valor de R$ 1 bilhão, no próximo dia 15.

O alvo da Linha Economia Verde são pequenas e médias empresas interessadas em crédito para projetos, como troca de máquinas e equipamentos, que ajudem as companhias a reduzir emissões de gases de efeito estufa.

As empresas beneficiadas devem ser privadas, com faturamento anual entre R$ 240 mil e R$ 100 milhões.

O presidente da Nossa Caixa Desenvolvimento, Milton Luiz de Melo Santos, disse que ainda não pode antecipar as condições de financiamento, mas que os juros e os prazos serão melhores do que os praticados atualmente pelo mercado.

"A operação é feita diretamente para a empresa, sem intermediação de um banco, que cobraria uma taxa pelo risco [da transação]", afirma.

Entre os setores que podem solicitar crédito da Linha Economia Verde estão agroindústria, transportes, saneamento, energias renováveis, eficiência energética, recuperação florestal, construção, entre outros.

As empresas em São Paulo devem cortar emissões em 20%, de acordo com lei estadual, de novembro. Os financiamentos também vão contribuir para elaboração de inventário de emissão de gases e de projetos de MDL (mecanismo de desenvolvimento limpo).

Venezuela Busca Economia Energética




Fonte: Prensa Latina - 08.03.2010
Venezuela - A Venezuela instalou, neste ano, 49.997.600 lâmpadas economizadoras, 98% do previsto para a quarta fase de substituição das lâmpadas incandescentes, de acordo com autoridades. A iniciativa beneficiará 6,350 milhões de famílias, que notarão mudanças nas faturas de serviço elétrico, destacou a diretora da missão Revolução Energética, Ana Ramirez. De acordo com ela, além da economia de energia individual e coletiva, a substituição de lâmpadas representa vantagem no ponto de vista ambiental. Agora temos 155 toneladas a menos de dióxido de carbono na atmosfera, indicou Ramirez. Para ela, é importante destacar a participação popular no programa. Nas primeiras fases de substituição de lâmpadas incandescentes, desenvolvidas entre 2006 e 2009, foram instaladas cerca de 80 milhões de lâmpadas economizadoras.

Universidades investem em eficiência energética



Iluminação e climatização são algumas das áreas em que USP e Unicamp têm atuado e conseguido resultados significativos em termos de eficientização
Dayanne Jadjiski, para o Procel Info

Prédio da USP: uma lição de eficiência
energética
Para economizar energia, as universidades vêm investindo em programas de eficiência energética nos seus campi. É o caso, por exemplo, da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Iluminação e climatização são algumas das áreas em que os centros universitários atuam e, por meio de medidas eficientes, vêm conseguindo resultados significativos na redução do consumo energético.

Criado em maio de 1997, o PURE (Programa para Uso Eficiente de Energia), da USP, implanta ações de economia de energia e conscientiza a comunidade universitária sobre a importância da eficiência energética e a necessidade do uso sustentável dos recursos naturais. A universidade trabalha em três vertentes: administrativa, que aborda gestão de faturas e contratos; tecnológica, que incentiva a troca de equipamentos pouco eficientes por modelos econômicos; e comportamental, que visa a conscientizar os membros da universidade, como funcionários e alunos.

Neste ano, a USP focará no pessoal terceirizado. De acordo com o coordenador do PURE, Marco Antônio Saidel, serão realizadas palestras a partir de abril para incentivar a eficiência energética. "Nós fizemos um jogo lúdico sobre dois personagens, o Apagão, que é o perdulário, e a Nega Watt, que é a politicamente correta. Vamos distribuir o material nas palestras e mostrar aos vigias dos edifícios e funcionários que cuidam da limpeza como a gente pode usar melhor a energia. Queremos incluir também os zeladores dos edifícios porque eles podem ajudar a implantar medidas eficientes", conta.

Saidel lembra ainda que os funcionários da área administrativa também já foram o público-alvo das palestras, que buscavam mostrar, entre outros conselhos, a importância de adquirir equipamentos mais eficientes. A universidade também já realizou um curso de reciclagem com os eletricistas para que pudessem entender o conceito de eficiência energética e utilizar os conselhos com os responsáveis pela manutenção dos ar condicionados.

Desde que o PURE foi criado, em 1997, a USP já economizou, segundo Saidel, cerca de R$ 80 milhões. Com o programa, a universidade gasta anualmente cerca de R$ 300 mil e também utiliza recursos provenientes das distribuidoras de energia. "Acho que já investimos, com o dinheiro das concessionárias, cerca de R$ 2 milhões na troca de equipamentos", estima o coordenador.
A Unicamp já substituiu mais de 18.500 conjuntos luminotécnicos e planeja a troca em mais 6.000 atendendo a todo o campus Campinas. As medidas de eficiência começaram a ser implantadas desde o racionamento de 2001

A economia de energia, no entanto, é difícil de ser mensurada. Ainda de acordo com Saidel, as universidades públicas, principalmente, têm enfrentado um crescimento muito grande no Brasil. Cursos noturnos estão sendo abertos e novas unidades estão sendo criadas devido à movimentação intensa da economia. "Usamos como parâmetro nosso slogan "vamos crescer sem aumentar o consumo de energia" e é isso que tem acontecido. Se observarmos o horizonte de cinco anos para trás, embora a gente tenha aumentado o custo, nosso consumo se mantém. Posso dizer que hoje estamos gastando a mesma coisa para produzir mais", explica.

Climatização, iluminação e funcionamento de equipamentos são as principais áreas de atuação da Unicamp. De acordo com o engenheiro e diretor de divisão de Sistemas da Unicamp, Vicente Vale, além da substituição de equipamentos antigos com baixo rendimento e grande consumo por outros com melhor custo benefício, a universidade também realiza intervenções no controle de temperatura dos ambientes. "Temos procurado implantar centrais de climatização em novos empreendimentos. Utilizamos também equipamentos específicos que atuam na transferência do horário de seu funcionamento evitando suas operações em horários de ponta", explica.

A Unicamp já substituiu mais de 18.500 conjuntos luminotécnicos e planeja a troca em mais 6.000 atendendo a todo o campus Campinas, ainda segundo Vale. As medidas de eficiência começaram a ser implantadas desde o racionamento de 2001, aproveitando os programas de eficiência energética das concessionárias. A universidade contou inicialmente com consultoria para diagnósticos de economia de energia. Com as medidas adotadas, a Unicamp já economizou nos últimos anos, em média, R$ 800 mil.

Poste Ecológico no Leblon



Fonte: Rede TV - 06.03.2010
Rio de Janeiro - Uma nova luz sobre uma praça de um dos bairros mais tradicionais do Rio de Janeiro. O poste está em testes no Leblon, na Zona Sul da cidade. A luz solar é captada por uma placa. Um dia de carga é suficiente para 20 noites de iluminação. O poste também dispensa fios elétricos, manutenção, e dura 50 mil horas, bem mais que a iluminação comum usada na cidade. A prefeitura está avaliando o serviço de várias empresas para definir qual ficará responsável pela instalação dos equipamentos em parques públicos, favelas e nas áreas mais novas da cidade. "Essa cidade é uma cidade que cresce, uma cidade que urbaniza, principalmente as áreas carentes, e aí, nesses investimentos novos, vale a pena. Em um ano ele já se paga", disse o subsecretário de Meio Ambiente, Altamirando Moraes.

Uma outra vantagem é que, ao contrário dos postes usados na cidade, este não polui. Por isso, ele faz parte de um programa de ecoeficiência do município visando os Jogos Olímpicos de 2016. O Rio de Janeiro quer organizar uma Olimpíada mais verde. No Leblon, o novo poste virou uma atração. Os moradores aprovaram a ideia.

"Eu acho que as energias alternativas são o futuro. Não só o futuro como uma necessidade. O Brasil é muito rico em sol, em vento. Quer dizer, a gente podia aproveitar mais as nossas fontes naturais", disse uma moradora.

segunda-feira, 8 de março de 2010

2ª Semana Tecnológica de Refrigeração e Climatização



Fonte: Procel Info - 26.02.2010

São Paulo - A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), está promovendo a II Semana Tecnológica de Refrigeração e Climatização, que acontecerá de 19 a 22 de maio no Senai em São Paulo. O objetivo do evento é mostrar as novidades que estão sendo apresentadas pelas empresas do setor, contribuir com o aprimoramento tecnológico e com desenvolvimento profissional, além de fortalecer o setor com a aproximação das empresas junto às entidades, colaboradores, funcionários, alunos e público usuário.

Serão abordados diversos temas, entre eles fluidos refrigerantes, eficiência energética, construções sustentáveis, qualidade do ar interior, áreas limpas, boas práticas de instalação, e manutenção de refrigeração e climatização. O evento é voltado a mecânicos de refrigeração e climatização, empresários, alunos e gerentes de escolas técnicas e universidades, e segmentos e cadeias produtivas que utilizam tecnologia dessa área.

O Calor Promove o Aumento das Vendas de Ar Condicionado e Ventiladores



Fonte: PE 360 Graus - 25.02.2010

Pernambuco - Na rua, não tem como fugir. É preciso conviver com o calor. No entanto, em casa, difícil é resistir ao uso de ventilador ou ar condicionado. A prova disso é que a procura por esses produtos aumentou no comércio da Região Metropolitana do Recife (RMR). São pessoas em busca, principalmente, de uma boa noite de sono.

Quem passa na frente, não resiste ao vento refrescante. Rosa Maria foi atrás de um ventilador para conseguir dormir melhor. "Fica péssimo, esse calor. Você dorme mal, não consegue dormir de verdade. Levanta, vai beber água, vai ao banheiro, e não consegue dormir", disse.

Em uma loja, no Recife, as vendas são proporcionais ao aumento da temperatura: dia mais quente, mais lucro para os lojistas. O mês de fevereiro bateu recorde. "Nós tivemos um aumento significativo, de 20% de acréscimo", falou a vendedora Érica Monteiro.

Para atrair os clientes, os comerciantes investem em descontos e oferecem parcelamentos: ventiladores e ar condicionado divididos até em 12 meses. Tem ventilador a partir de R$ 46,90 e ar condicionado por até R$ 649.

Por causa da diferença de preço os moradores da RMR preferem os ventiladores: em uma loja, para cada ar condicionado, são vendidos 20 ventiladores. Em uma outra, em Olinda, todos os produtos estão no mostruário, e já há lista de espera por um modelo de aparelho de ar condicionado. O gerente explicou que tem horário certo para vender mais.

"A gente vende bem, principalmente na parte da manhã. O pessoal não dorme bem, e vem na loja pela manhã comprar ventilador ou ar-condicionado", falou o gerente Marcelo Sobral.

Mas, uma grande dúvida é a seguinte: o que vem causando esse calor? De acordo com o meteorologista do INMET, Ednaldo Araújo, "nós estamos na estação verão. Com isso, temos maior incidência de horas de sol, e sem chuva frequente. Deve continuar assim até meados de abril, quando se alcança os picos máximos de temperatura. No entanto, se chover, o calor pode ter uma minimizada".

Outra preocupação é o consumo de energia causado, justamente, pelos aparelhos de refrigeração. O gerente de Operações da Celpe, Saulo Cabral, explica o que pode ser feito para tentar economizar. "Essa é uma época que, devido a temperatura elevada, o consumo de energia é maior. A dica é buscar aparelhos mais eficientes, já que existem programas que ajudam na procura desses aparelhos", disse.

Uma Casa Popular e Sustentável



Fonte: O Globo Online - 03.03.2010


Rio de Janeiro - Uma casa de baixo custo e com máximo aproveitamento de recursos naturais como a luz do sol e o vento. Assim é o "Minha Casa Holcim", projeto desenvolvido pela cimenteira Holcim em parceria com a faculdade de arquitetura e urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU/UFRJ). O modelo de habitação, lançado nesta terça-feira, 3 de março, foi concebido a partir de diretrizes de construção sustentável. O valor estimado para venda, incluindo material e mão de obra, foi calculado em cerca de R$ 45 mil, o que pode variar de acordo com a região e a customização na parte de acabamentos.


"Geralmente, são as casas de alto padrão, e não as populares, que incorporam a sustentabilidade, sempre aliada à tecnologia de ponta", constata Leonardo Francisco Giglio, supervisor de Desenvolvimento de Canais e Marketing da Holcim.


O "Minha Casa Holcim" tem cinco sugestões de plantas com ideias que permitem a economia de energia e água, conforto térmico e reciclagem. Há opções com dois dormitórios, além de um modelo adaptado para quem tem algum tipo de deficiência física. Assim, a área total do imóvel pode variar entre 46 e 68 metros quadrados. Cada casa prevê, ainda, um espaço adicional que pode ser mudado de acordo com as preferências do morador.


No projeto há previsão de aberturas para aproveitamento máximo da luz solar.


Com relação aos itens de sustentabilidade, há a inclusão de locais para dispor de lixo reciclável e óleo de cozinha usado, mais entradas de luz (melhor iluminação natural), ventilação circular (aberturas mais altas), materiais que proporcionam conforto térmico e acústico, tecnologia de energia a gás ou elétrica (eficiência energética), com opção de captação de luz solar e gestão e economia de água (sistema de captação de água da chuva para reutilização).


O protótipo está montado no campus da FAU/UFRJ. O desenvolvimento do projeto foi realizado pelos arquitetos Osvaldo Luiz de Souza e Alice de Barros Horizonte Brasileira, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ. Ambos já desenvolviam pesquisas em torno do tema construção sustentável.


Comercialização e construção


Outro elemento que merece destaque é a forma de comercialização. Será possível adquirir o projeto, assim como contratar a mão de obra e adquirir os itens necessários para erguer a casa em quiosques que serão montados em lojas de materiais de construção. Os compradores poderão visualizar as plantas em 3D. Para a execução, não há necessidade de "canteiro de obras", pois os materiais chegam em contêineres com o objetivo de reduzir os resíduos de obra. A construção é rápida e leva cerca de 60 dias, podendo variar de acordo com as condições climáticas do local.


O projeto atende a região Sudeste e está disponível, nesse primeiro momento, em revendas da Holcim credenciadas de Vitória (ES) e do Rio de Janeiro.

Realização do Congresso Mundial de Eletricidade Inteligente em Cingapura



Fonte: Procel Info - 04.03.2010
Cingapura - O Congresso Mundial de Eletricidade Inteligente na Ásia 2010 será realizado de 5 a 8 de abril, em Cingapura, e pretende reunir governos companhias de geração de energia, operadores e proprietários de redes elétricas, e distribuidoras para discutir estratégias para aumentar a confiabilidade da rede de transmissão e distribuição. Além disso, serão debatidos planos de adoção de tecnologias inteligentes para alcançar a eficiência energética.

Os palestrantes do evento discutirão estratégias testadas, melhores práticas e inovações para elevar o setor elétrico a um novo paradigma. Serão abordadas questões operacionais e técnicas envolvidas na adoção e na implementação da eletricidade inteligente. O evento é composto por múltiplas atividades, como simpósio técnico, workshops, mostra de tecnologias e a premiação inaugural de Iniciativas de Eletricidade Inteligente.

quinta-feira, 4 de março de 2010

A Melhora da Eficiência Energética Chinesa em 2009


Fonte: China Daily - 26.02.2010

China – O consumo de energia por cada 10 mil yuans (moeda da China) em unidade de Produto Interno Bruto (PIB) na China caiu 22% em 2009, de acordo com o relatório do Departamento Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês) da China na última quinta-feira, 25 de fevereiro.

Estimativas preliminares indicam que o total do consumo de energia no ano passado ficou em 3,1 bilhões de toneladas de carvão equivalente, 6,3% acima em relação ao nível de 2008.

O estudo não revelou a quantidade exata de energia consumida por 10 mil yuans de PIB, mas o valor para 2008 foi de 1,10 tonelada de carvão equivalente, de acordo com um relatório anterior do NBS. O consumo de água da China por 10 mil yuans de PIB foi de 209,3 metros cúbicos em 2009, uma baixa de 7,6% em relação ao ano anterior. Já o consumo de água por 10 mil yuans na produção industrial foi de 116,4 metros cúbicos no mesmo período, apresentando queda 8,2% desde 2008, segundo o relatório, que também mostrou que a China consumiu 3,02 bilhões de toneladas de carvão, 380 milhões de toneladas de petróleo, 88,7 bilhões de metros cúbicos de gás natural e 3,697.3 bilhões de kWh de energia elétrica em 2009, com aumentos anuais de 9,2%, 7,1%, 9,1% e 6,2%, respectivamente.

A China vem fazendo esforços para aumentar a eficiência energética, por meio da eliminação do alto consumo de energia nos equipamentos e introduzindo tecnologias de economia de energia. O consumo de energia por 10 mil yuans de PIB caiu anualmente 1,79% em 2006, 4,04% em 2007 e 4,59% em 2008, de acordo com o NBS.

Plano Nacional de Economia de Energia


Plano de energia prevê economia anual de uma Itaipu
Fonte: Estadão - 26.02.2010

Brasília - O Ministério de Minas e Energia deve concluir em cerca de dois meses o Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEF), que listará políticas de curto, médio e longo prazos a serem implantadas para aumentar a eficiência no uso da energia elétrica até 2030. Segundo o diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Hamilton Moss, a ideia é chegar, em 2030, a uma economia anual de 100 terawatts/hora, o equivalente à produção anual de Itaipu.

Moss explicou que esse plano está sendo elaborado há seis meses e não tem relação com os picos de consumo de energia registrados neste mês, principalmente no Sudeste. O consumo atingiu níveis recordes no início de fevereiro devido ao forte calor, que fez aumentar o uso de ar condicionado.

Esse aumento do consumo, associado ao fato de que o envio de energia de Itaipu foi reduzido para que se instalassem equipamentos adicionais de segurança nas linhas de transmissão, fez com que o governo mandasse acionar cerca de 3 mil megawatts (MW) de usinas termelétricas.

Segundo Moss, no plano de eficiência energética estão sendo estudadas medidas como a concessão de benefícios fiscais a equipamentos que consomem menos energia. Segundo ele, partiram desses estudos, inclusive, iniciativas recentes do Ministério da Fazenda de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de geladeiras e outros equipamentos que sejam fabricados seguindo padrões de menor consumo.

Outra medida que está em análise, segundo ele, é a autorização para que consumidores livres - grandes indústrias que podem escolher de quem compram a energia - possam vender o excedente não utilizado.